Editorial Científico - VII CBE 2019

1) Pesquisas em Andamento
1.1) EIXO Eixo 1 - Políticas e Práticas na Educação Infantil
1.1.1) A ATUAÇÃO DA GESTÃO NO PROCESSO INCLUSIVO EM UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL.
1.1.2) A BRINCADEIRA DE PAPEIS: AÇÃO E REFLEXÃ PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA POR MEIO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
1.1.3) A CONSTRUçãO DO PENSAMENTO CIENTíFICO NA EDUCAçãO INFANTIL EM éPOCA DE PROJETOS ANTIDEMOCRáTICOS
1.1.4) A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO EMOCIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL
1.1.5) A CULTURA CORPORAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL DO SISTEMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BAURU-SP: CURRÍCULO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
1.1.6) A IMPORTÂNCIA DAS PRÁTICAS CORPORAIS EM CRECHES
1.1.7) A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO DOCENTE E DA SISTEMATIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.1.8) A INTERAçãO ENTRE CRIANçAS NA CRECHE E O DESENVOLVIMENTO DO JUíZO MORAL: PRáTICAS INTERVENTIVAS
1.1.9) A JUDICIALIZAçãO DO ACESSO à EDUCAçãO INFANTIL EM CRECHES DO MUNICíPIO DE SANTO ANDRé
1.1.10) A LUDICIDADE COMO EIXO ESTRUTURADOR DAS CULTURAS DA INFÂNCIA: UMA PROPOSTA DE INVESTIGAçãO-AçãO
1.1.11) A SIGNIFICAÇÃO DO ENSINO DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA AS SÉRIES SEGUINTES
1.1.12) ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA PERSPECTIVA DA BNCC - PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES ALFABETIZADORES
1.1.13) CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O BRINCAR NO COTIDIANO COMO EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM
1.1.14) EDUCAÇÃO INFANTIL - UM PROJETO DE INTERVENÇÃO DENTRO DO MATERIALISMO SÓCIO-HISTÓRICO
1.1.15) EDUCAçãO INFANTIL E FORMAçãO HUMANA: A MEDIAçãO DA LITERATURA INFANTIL
1.1.16) EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A TEMÁTICA ÁGUA
1.1.17) EM QUESTAO: O DIREITO A EDUCACAO
1.1.18) ENSINANDO CIÊNCIAS PARA CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS: UM RELATO SOBRE O TRABALHO COM A ÁGUA
1.1.19) ESCOLA CONSCIENTE: POSSIBILITANDO A RELAÇÃO SUJEITO-MEIO EM SUA INTEGRALIDADE
1.1.20) GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE APONTAM AS PESQUISAS NA ÁREA?
1.1.21) INSERÇÕES DA PSICOLOGIA EM UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA INFANTIL A PARTIR DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL
1.1.22) INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DA NATUREZA: TRABALHANDO COM BICHINHOS DE JARDIM NO INFANTIL IV PELO PIBID
1.1.23) MEU QUINTAL É MAIOR QUE O MUNDO INTEIRO: ENSAIOS PARA UM DESEMPAREDAMENTO DA INFÂNCIA
1.1.24) O EDUCAR E CUIDAR NA EDUCAÇÃO EM CRECHE COM CRIANÇAS PEQUENAS: A FORMAÇÃO PROFISSIONAL
1.1.25) O ENSINO DA CAPOEIRA NA EDUCAçãO INFANTIL NA PERSPECTIVA DO (A) PROFESSOR (A)
1.1.26) O MATERIALISMO HISTÓRICO-DIALÉTICO E A CONSTRUÇÃO DE NEXOS CONCEITUAIS DO NÚMERO
1.1.27) OS MONSTRINHOS DOS VALORES VISITARAM A ESCOLA: SUSTENTABILIDADE E ADAPTAÇÃO ESCOLAR
1.1.28) PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DAS CRIANÇAS DE 3 ANOS NA AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA CRECHE
1.1.29) POLíTICAS DE CONVÊNIOS NA EDUCAçãO INFANTIL
1.1.30) PRODUÇÕES ACADÊMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL COM BASE NA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL
1.1.31) QUALIDADE SOCIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POLÍTICAS E PRÁTICAS CURRICULARES NO MUNICÍPIO DE DIADEMA
1.1.32) RELAçãO FAMíLIA-ESCOLA E A PERSPECTIVA BIOECOLóGICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.1.33) RELATO DE EXPERIÊNCIA: ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL LEILA DE FÁTIMA ALVAREZ CASSAB - PEIXINHO SONHADOR: OLHAR DA GESTÃO ESCOLAR
1.1.34) UM ESTUDO PILOTO SOBRE PERSPECTIVAS INCLUSIVAS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.1.35) UMA EXPERIÊNCIA COM TRABALHO DE CONTOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.2) EIXO Eixo 2 - Políticas e Práticas no Ensino Fundamental
1.2.1) USO DE JOGOS COMO FERRAMENTA AUXILIADORA NO PROCESSO DE CONCEPÇÕES NO ENSINO DE ASTRONOMIA
1.2.2) A DECLARAçãO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS NA SALA DE AULA
1.2.3) A DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL: APLICAÇÃO DE UNIDADE DIDÁTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO
1.2.4) A FORMAÇÃO DE LEITORES NO ENSINO FUNDAMENTAL A PARTIR DA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL
1.2.5) A HIGIENE NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR
1.2.6) A LITERATURA MEDIEVAL NAS AULAS DE HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: ANÁLISES E PROPOSTAS
1.2.7) A VOZ DO PROFESSOR NA CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO ESCOLAR
1.2.8) AFETIVIDADE, INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E RESOLUÇÃO DE CONFLITOS: PROJETO DESENVOLVIDO NUMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR.
1.2.9) ANÁLISE DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS CONTEÚDOS CURRICULARES DE TRÊS ESCOLAS PÚBLICAS DE BAURU/SP
1.2.10) ANáLISE SOBRE O ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAçãO BáSICA DO MUNICíPIO DE BARRETOS/SP: AVANçOS E POSSIBILIDADES
1.2.11) APRENDIZAGEM BASEADA EM EQUIPES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I
1.2.12) AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL PARA A AÇÃO DOCENTE DO PROFESSOR ALFABETIZADOR
1.2.13) AS QUESTõES DE GêNERO NAS AULAS DE EDUCAçãO FíSICA ESCOLAR: UMA QUESTãO (A SER) ABORDADA?
1.2.14) ATIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS: PRÁTICAS E REFLEXÕES
1.2.15) AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: UMA SONDAGEM HUMANÍSTICA DA APRENDIZAGEM NO 5º ANO DE UMA ESCOLA RURAL
1.2.16) AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DOCUMENTOS OFICIAIS
1.2.17) BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: UM OLHAR CRÍTICO A PARTIR DA PRÁTICA
1.2.18) CÁLCULO MENTAL: DISCUSSãO TEóRICA PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.2.19) CAMINHOS DA EDUCAÇÃO INTEGRAL NA CIDADE DE CAMPINAS: COTIDIANO ESCOLAR, PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E FORMAÇÃO HUMANA
1.2.20) CHIADOS NA COMUNICAçãO: ALUNO SURDO, PROFESSOR DE MATEMáTICA E PROFESSOR INTERLOCUTOR, UMA DIFíCIL CONVIVêNCIA.
1.2.21) COMPORTAMENTOS INDISCIPLINARES E BULLYING: REFLEXÃO SOBRE A PERSPECTIVA DOS ALUNOS
1.2.22) CONSTRUÇÃO DE CHOCADEIRA COMO PRÁTICA INVESTIGATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS.
1.2.23) CORPORIEDADE E YOGA NA ESCOLA: ANÁLISE DE FALAS DAS ENTREVISTAS SEMI-ESTRUTURADAS COMO FORMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO
1.2.24) DIVERTINDO A MENTE - APLICAÇÃO MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
1.2.25) DO ABSTRATO PARA O CONCRETO: A EFICIÊNCIA DA ATIVIDADE PRÁTICA DESCRITA POR UMA PESQUISA PARTICIPANTE
1.2.26) EDUCAÇÃO FISICA NA ESCOLA E O TÊNIS DE CAMPO: POSSIBILIDADES E PERSPECTIVAS.
1.2.27) EDUCAÇÃO INCLUSIVA: COMO OCORRE O TRABALHO PEDAGÓGICO COM ALUNOS PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL EM SALA COMUM?
1.2.28) EDUCANDO PARA A SUSTENTABILIDADE
1.2.29) ELETROMAGNETISMO NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA PROPOSTA DE ATIVIDADE BASEADA EM SEQUENCIAS DE ENSINO POR INVESTIGAÇÃO
1.2.30) ENSINO DA LINGUAGEM GEOGRÁFICA: A CADEIA PRODUTIVA DA CANA-DE-AÇÚCAR
1.2.31) ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL E ESCOLA DE TEMPO PARCIAL: UM ESTUDO SOBRE ABORDAGEM À APRENDIZAGEM
1.2.32) ESTESIA: CONHECER A SI PARA ENTENDER O OUTRO - PROJETO PARA OS QUINTOS ANOS DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE BAURU
1.2.33) ESTRATÉGIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE FRANCA-SP: IMPLEMENTAÇÃO E RESULTADOS
1.2.34) EXISTENCIALISMO E ENSINO DE FILOSOFIA
1.2.35) EXPERIÊNCIAS NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: DESCONSTRUINDO AS CONCEPÇÕES CULTURAIS DO POVO INDÍGENA
1.2.36) FORMAçãO LITERáRIA:UMA EXPERIêNCIA PROTOTíPICA MULTILETRADA
1.2.37) GOSTAR E NÃO GOSTAR: MANIFESTAÇÕES DOS ALUNOS ACERCA DAS ATIVIDADES DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
1.2.38) HABILIDADES SOCIAIS DE FORMA LúDICA NA EDUCAçãO BáSICA
1.2.39) HETEROGENEIDADE DA ESCRITA E LETRAMENTO: O DESENVOLVIMENTO DA TRADIçãO DISCURSIVA ARGUMENTATIVA VIA MECANISMOS DE JUNçãO
1.2.40) INTERVALO COM CIÊNCIAS : BUSCANDO MELHORIAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS
1.2.41) JOGO DE DAMAS COMO ESTRATÉGIA DIDÁTICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA
1.2.42) JOGOS COOPERATIVOS NA PERSPECTIVA DE PROFESSORES DE EDUCAçãO FíSICA ESCOLAR: CONCEITOS E PRáTICA
1.2.43) JOGOS E BRINCADEIRAS NO 6o ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL NUMA PERSPECTIVA éTNICA-RACIAL
1.2.44) LEITURA E ESCRITA: CONCEPÇÕES DAS CRIANÇAS DE UM TERCEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.2.45) LEITURA LITERÁRIA NA ESCOLA
1.2.46) LETRAMENTO CRÍTICO E ENSINO DO TEMA FAMÍLIA EM INGLÊS: UMA PROPOSTA DE ATIVIDADE
1.2.47) LETRAMENTO E ALFABETIZAçãO NA VISãO DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.2.48) MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO SOBRE FONTES RENOVÁVEIS DE GERAÇÃO DE ENERGIA: DISCUSSÕES SOBRE A LITERATURA
1.2.49) O CONHECIMENTO DOS ALUNOS SOBRE O CONTEÚDO LUTAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
1.2.50) O CORPO NA PERCEPÇÃO DE CRIANÇAS ESCOLARES
1.2.51) O CURRÍCULO TRIVIUM E A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: UM ENFOQUE PARA A ETNOMATEMÁTICA
1.2.52) O ENSINO DO VOLEIBOL ORIENTADO POR MINIJOGOS: PERSPECTIVAS DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.2.53) O ESTADO DE SÃO PAULO NA AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO
1.2.54) O FAZER DOCENTE E A LÓGICA DE ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO LIVRO DIDÁTICO
1.2.55) O JOGO DE TABULEIRO: UMA RELEVANTE PROPOSTA LÚDICA ALIADA À APRENDIZAGEM DE QUÍMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL
1.2.56) O OUTRO LADO DA RODOVIA RIO-SANTOS: QUANDO AS FRONTEIRAS DA BELEZA NATIVA ESBARRAM NO DESCASO COM O EQUIPAMENTO PúBLICO.
1.2.57) O PAPEL PARTICIPATIVO DE EDUCADORES NA GESTãO ESCOLAR E A DEMOCRATIZAçãO DO SABER: O APONTAMENTO DE ATITUDES ASSERTIVAS PAUTADAS NO PROJETO POLíTICO PEDAGóGICO.
1.2.58) O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO EM UMA CLASSE DO TERCEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: OBSERVAÇÕES E INTERVENÇÕES
1.2.59) O USO DE FERRAMENTAS DIGITAIS NAS TURMAS DE AVANçAR
1.2.60) OS JOGOS DE PAPÉIS COMO RECURSO LÚDICO COLABORATIVO À INTERPRETAÇÃO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS MATEMÁTICOS.
1.2.61) POSSIBILIDADES DE ADEQUAçõES CURRICULARES ATRAVéS DE UMA METODOLOGIA ATIVA E HíBRIDA: PERSPECTIVAS NA ESCOLA PúBLICA
1.2.62) PROJETOS DE LETRAMENTO: A ALFABETIZAÇÃO COMO PRÁTICA DISCURSIVA
1.2.63) PROPOSTA INTERVENÇÃO DIDÁTICA SOBRE IDENTIDADE E RACISMO
1.2.64) REFLEXÕES SOBRE JOGOS E POLÍTICAS NEOLIBERAIS NA EDUCAÇÃO
1.2.65) RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PRIMEIRO SEMESTRE DO PROGRAMA RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA NUMA ESCOLA ESTADUAL NO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO.
1.2.66) RELATO DE EXPERIÊNCIA: GINCANA ECOLÓGICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA, REFLEXÕES SOBRE A MINERAÇÃO DE BAUXITA NO BRASIL
1.2.67) REPERTÓRIO DE ENSINO DOCENTE NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO
1.2.68) RITMO E LINGUAGEM NA PERSPECTIVA DO ORFF-SCHULWERK NOS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL PARA ALUNOS DO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I
1.2.69) SISTEMA DE GESTãO PEDAGóGICA (SGP): PERCEPçõES DE COORDENADORES PEDAGóGICOS DA REDE MUNICIPAL DE SãO PAULO.
1.2.70) Trilha da Água: Instrumento de sensibilização ambiental e formação ecológica
1.2.71) VERBETE DE ENCICLOPÉDIA DIGITAL: PROPOSTA DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA DESENVOLVER CAPACIDADES DE LINGUAGEM
1.2.72) VIOLÊNCIA ESCOLAR E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PERSPECTIVAS DOS ALUNOS DE UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA
1.2.73) WORKSHOP INTERATIVO SOBRE SISTEMA SOLAR PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.3) EIXO Eixo 3 - Políticas e Práticas no Ensino Médio
1.3.1) A CONTRIBUIÇÃO DO ENSINO DE SOCIOLOGIA PARA O RESPEITO À DIVERSIDADE CULTURAL
1.3.2) A DISCIPLINA DE LITERATURA NO ENSINO MÉDIO E SUA AVALIAÇÃO NO VESTIBULAR
1.3.3) A PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: REFLEXÕES INICIAIS
1.3.4) A TEORIA HISTóRICO-CULTURAL E A AFETIVIDADE NO ENSINO MEDIADO POR VíDEO-AULAS PRESENTES EM MíDIAS VIRTUAIS
1.3.5) A UTILIZAçãO DE UM APLICATIVO DE ENSINO NAS AULAS DE FíSICA E MATEMáTICA.
1.3.6) ANÁLISE DOS CADERNOS DE BIOLOGIA DO ENSINO MÉDIO DO ESTADO DE SÃO PAULO ACERCA DAS ORIENTAÇÕES PARA A DISCUSSÃO SOBRE A PRODUÇÃO DE TRANSGÊNICOS SOB UMA PERSPECTIVA DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
1.3.7) APLICAçãO DE JOGO DIDáTICO COMO ESTRATéGIA DE LEVANTAMENTO DE CONHECIMENTOS PRéVIOS EM QUíMICA
1.3.8) ARTICULANDO O APRENDIZADO DA LÍNGUA INGLESA COM AS TECNOLOGIAS EM PROL DA AUTONOMIA DO ALUNO
1.3.9) AS CONCEPÇÕES SOBRE CIÊNCIA E A RELAÇÃO COM A ESCOLHA PROFISSIONAL DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
1.3.10) AS PRÉ-CONCEPÇÕES SOBRE INTELIGENCIA ARTIFICIAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NA SEMANA NACIONAL DO CÉREBRO
1.3.11) ATIVIDADES DISCURSIVAS EM UMA AULA DE BIOLOGIA EM UM ESPAÇO NÃO-FORMAL DE ENSINO: POSSIBILIDADES PARA UM ENSINO INTERATIVO E DIALÓGICO
1.3.12) ATUAÇÃO SOCIAL DO CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR IDEAL NA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE
1.3.13) AUTOIMAGEM E ADOLESCÊNCIA: EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO SOBRE AUTOIMAGEM PARA ALUNOS DO INSTITUTO FEDERAL DO CEARÁ
1.3.14) AVALIAçãO ANTROPOMéTRICA E ESTILO DE VIDA DE ALUNOS MATRICULADOS NO ENSINO MéDIO - UMA ANáLISE INICIAL
1.3.15) AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DE CONCEITOS QUÍMICOS: CONTEXTUALIZAÇÃO SOBRE O ROMPIMENTO DA BARRAGEM EM BRUMADINHO
1.3.16) BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR PARA ENSINO MÉDIO (BNCCEM) EM CONSONÂNCIA AOS MOLDES DO NEOLIBERALISMO
1.3.17) CAROLINA MARIA DE JESUS E SUA CONSCIÊNCIA AUTORAL: LITERATURA COMO MEIO DE ENSINO DA CULTURA AFRO BRASILEIRA E DA EXTINçãO DAS DESIGUALDADES NA ESCOLA.
1.3.18) EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA E O SANEAMENTO BÁSICO: A COMPREENSÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
1.3.19) EDUCAÇÃO E CONSUMO CONSCIENTE: PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE NO ENSINO MÉDIO
1.3.20) EDUCAçãO E EMANCIPAçãO: DIREITOS HUMANOS, FILOSOFIA E HISTóRIA
1.3.21) EDUCAÇÃO FÍSICA NAS MODALIDADES DE ENSINO INTEGRADO: A PRESENÇA NAS NOVAS ORGANIZAÇÕES CURRICULARES PAULISTAS
1.3.22) ELABORAÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA INTRODUÇÃO DO TEMA TERMOLOGIA NO ENSINO MÉDIO COM A UTILIZAÇÃO DE FOTONOVELAS
1.3.23) ENSINO DE FUNÇÕES EXPONENCIAIS COM A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA E O AUXÍLIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS
1.3.24) ENSINO-APRENDIZAGEM E POLíTICAS PúBLICAS: CONTRIBUIçõES DA ANáLISE COMPORTAMENTAL PARA A FORMAçãO DE PROFESSORES
1.3.25) ENSINO-APRENDIZAGEM SOBRE ISOMERIA CONSTITUCIONAL E GEOMÉTRICA: USO DO TANGRAM E DE CONTEXTUALIZAÇÃO
1.3.26) ESCOLAS EM CONEXÃO COM A EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UM PROJETO COLETIVO DE ARBORIZAÇÃO URBANA
1.3.27) EXPERIÊNCIA MATEMÁTICA ESTÉTICA: O USO DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA E DO SOFTWARE GEOGEBRA NO ESTUDO DA GEOMETRIA ESPACIAL
1.3.28) EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE POLÍMEROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBIC-EM
1.3.29) FEIRA DE CIÊNCIAS NO ENSINO MÉDIO: APONTAMENTOS SOBRE A EXPOSIÇÃO “A QUÍMICA DA LUZ”
1.3.30) FORMAÇÃO CIENTÍFICA DE MENINAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA: ESTRATÉGIAS E PERSPECTIVAS
1.3.31) GêNEROS DISCURSIVOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE LíNGUA PORTUGUESA
1.3.32) IDEIAS DOS ESTUDANTES SOBRE A NATUREZA DA CIÊNCIA QUÍMICA
1.3.33) INCLUSÃO DO DEFICIENTE VISUAL NO ENSINO DE CIÊNCIAS: APLICABILIDADE DOS OBJETOS TÁTEIS
1.3.34) INICIAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO MÉDIO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.3.35) INTEGRAÇÃO CURRICULAR NO INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO
1.3.36) INTERVENÇÃO EDUCACIONAL SOBRE ABORTAMENTO NO BRASIL COM ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
1.3.37) JOGO INTERAÇÃO ECOLóGICA: UMA PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ENSINO DE INTERAçõES ECOLóGICAS
1.3.38) MÁQUINA FOTOGRÁFICA: UMA ABORDAGEM EXPERIMENTAL PARA O ENSINO DE FÍSICA
1.3.39) O ENSINO DE HISTÓRIA LOCAL: POSSIBILIDADES E USO DAS FONTES IMAGÉTICAS E ORAIS NA SALA DE AULA
1.3.40) O FRACASSO ESCOLAR COMO JUSTIFICATIVA PARA A REFORMA DO ENSINO MÉDIO DE 2017
1.3.41) O USO DA ARGUMENTAÇÃO EM UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA DE BIOLOGIA: PRESENÇA DO PADRÃO DE TOULMIN
1.3.42) O USO DAS METODOLOGIAS TEAM-BASED LEARNING (TBL) E DESIGN THINKING COMO INSTRUMENTOS DE TRANSFORMAÇÃO DA REALIDADE SOCIOECONÔMICA
1.3.43) PARA QUEM PLANEJAMOS AS NOSSAS AULAS? CONHECENDO OS ALUNOS DO SEGUNDO ANO DO ENSINO MéDIO E SUA RELAçãO COM A FíSICA
1.3.44) PERCEPçãO DOS DISCENTES SOBRE AS CONTRIBUIçõES DA QUíMICA NA FORMAçãO BáSICA
1.3.45) PERCEPçõES DE ESTUDANTES DO ENSINO MéDIO SOBRE A ESCOLA E SOBRE AS AULAS DE FíSICA
1.3.46) PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS E JUVENTUDES: O ENSINO MÉDIO NOTURNO EM UM COLÉGIO DA REDE ESTADUAL DO PARANÁ
1.3.47) PROJETO "EDUCANDO PARA A CIDADANIA" COMO EXPERIêNCIA DE ENSINO DE SOCIOLOGIA EM ESPAçO NãO FORMAL
1.3.48) PROJETO ESCOLA SEM PARTIDO E OS ADOLESCENTES: A QUEM PERTENCE A EDUCAÇÃO SEXUAL?
1.3.49) RELATO DE EXPERIêNCIA DE UMA ESTAGIáRIA EM PSICOLOGIA ESCOLAR NO INSTITUTO FEDERAL DE MATO GROSSO
1.3.50) TRABALHANDO O PROTAGONISMO JUVENIL NUMA DISCIPLINA ELETIVA
1.3.51) USO DE SOFTWARE COMO INSTRUMENTO AUXILIAR PARA IDENTIFICAR OPERAÇÕES DE CONEXÃO NO TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO
1.4) EIXO Eixo 4 - Políticas e Práticas na Educação de Jovens e Adultos
1.4.1) A LITERATURA NA EDUCAçãO DE JOVENS E ADULTOS
1.4.2) EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROFESSOR
1.4.3) ENSINO INVESTIGATIVO EM QUÍMICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DE UMA ESCOLA TÉCNICA - ETEC
1.4.4) EU E O OUTRO: AS REALIDADES CULTURAIS DO BRASIL PELO OLHAR ESCOLAR
1.4.5) GÊNEROS TEXTUAIS: MÚSICA, RÓTULOS E EMBALAGENS COMO INSTRUMENTOS DE ENSINO APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)
1.4.6) HORTA SUSTENTÁVEL COM PNEUS - EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.
1.4.7) OLHANDO PARA SI: A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA NO RECONHECIMENTO E VALORIZAÇÃO DAS ESSENCIALIDADES DO ALUNO
1.4.8) OS DESAFIOS DE PROPOR METODOLOGIAS ANÁLOGAS AO ENSINAR “INTERAÇÕES ECOLÓGICAS” NA EDUCAÇÃO BÁSICA REGULAR E A EJA
1.4.9) PAULO FREIRE E CÉLESTIN FREINET: EDUCAÇÃO PARA A PLENITUDE DO SER HUMANO.
1.4.10) POLITIZAÇÃO DO ATO PEDAGÓGICO NO PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO DE ENCARCERADOS
1.5) EIXO Eixo 5 - Políticas e Práticas no Ensino Superior
1.5.1) A DRAMATIZAÇÃO NA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.5.2) ATIVIDADES COMPLEMENTARES: O PROTAGONISMO DE ESTUDANTES E AS PRÁTICAS CURRICULARES
1.5.3) AVALIAÇÃO E DESCRIÇÃO DE ESTRESSE EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DO CURSO DE PSICOLOGIA
1.5.4) BIOPODER E PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADES: UMA REFLEXÃO SOBRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
1.5.5) CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO ENSINO SUPERIOR: A VOZ DOS ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA
1.5.6) CONHECIMENTOS PRÉVIOS SOBRE RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS E LICENÇAS ABERTAS DE FUTUROS PROFESSORES DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA.
1.5.7) CONTRIBUIÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NO ENSINO SUPERIOR: O CURSO DE PEDAGOGIA EM DESTAQUE
1.5.8) CONTRIBUIçõES PARA AVALIAçãO DE ATITUDES E COMPORTAMENTOS PROFISSIONAIS EM UMA ESCOLA MéDICA: A AVALIAçãO FORMATIVA EM FOCO
1.5.9) ENFERMAGEM E POLÍTICAS EDUCACIONAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE A FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DO ENFERMEIRO PROFESSOR
1.5.10) FORMAÇÃO DE PROFESSORES E AS POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
1.5.11) FORMAÇÃO DE PROFESSORES E MERCANTILIZAÇÃO DO ENSINO: ENTRE QUALIDADE DA EDUCAÇÃO E INTERESSES DO MERCADO
1.5.12) FORMAçãO DE SURDOS PARA O ENSINO DE LIBRAS NO ENSINO SUPERIOR: O CONTEXTO DA SALA DE AULA
1.5.13) INDICADORES DE ACESSIBILIDADE E REMOÇÃO DE BARREIRAS NO ESPAÇO UNIVERSITÁRIO
1.5.14) INOVAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR: QUANDO A CAUSA É MAIOR QUE AS FRONTEIRAS
1.5.15) LICENCIATURA EM MATEMáTICA DO CAMPUS DE BAURU DA UNESP: UM LEVANTAMENTO DE DOCUMENTOS HISTóRICOS
1.5.16) LÍNGUA ITALIANA ENSINADA A IDOSOS DA UAMI
1.5.17) MEDITAçãO NO ENSINO SUPERIOR: PRáTICAS MEDITATIVAS PARA LICENCIANDOS NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP)
1.5.18) O ESPAÇO DA PESQUISA E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR MILITAR
1.5.19) O PAPEL DO PROFESSOR NA TRANSFORMAÇÃO EDUCACIONAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO
1.5.20) ODONTOLOGIA UNIFSP NO SISTEMA PRISIONAL: RELATO DE EXPERIêNCIA
1.5.21) OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO CURSO DE MEDICINA COM UTILIZAÇÃO DO MODELO DE KANO DE QUALIDADE.
1.5.22) PARTICIPAçãO, UNIVERSIDADE E ASSISTêNCIA ESTUDANTIL: REFLEXõES PRELIMINARES
1.5.23) POTENCIALIZADORES DA EVASÃO E PERMANENCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UNESP-FEIS
1.5.24) PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE ARTES NA FORMAÇÃO INICIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.5.25) PROJETO LER, INTERPRETAR E ESCREVER (LIE): UMA PROPOSTA DE COMBATE À RETENÇÃO E EVASÃO NO CURSO DE GEOGRAFIA (ITUIUTABA-MG)
1.5.26) QUEM MANDA NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO NO BRASIL: RECORRÊNCIA SOBRE O MONOPÓLIO ESTRANGEIRO
1.5.27) TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL: O ENSINO DE HABILIDADES PARA PROMOçãO DE BEM-ESTAR COGNITIVO E EMOCIONAL
1.5.28) VIVÊNCIA DA MONITORIA ACADÊMICA EM ANATOMIA HUMANA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MONITOR DO CURSO DE FISIOTERAPIA
1.6) EIXO Eixo 6 - Políticas e Práticas na Educação Especial
1.6.1) A CRIANÇA COM TEA NO CONTEXTO EDUCACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.6.2) A EDUCAÇÃO ESPECIAL NAS ESCOLAS: DA INCLUSÃO A EXCLUSÃO
1.6.3) A EDUCAçãO INCLUSIVA E O ENSINO DE FíSICA: RELATOS E VIVêNCIAS DOS BOLSISTAS DO PIBID EM CLASSE COMUM
1.6.4) A ENQUETE COMO ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE NA UNESP: A EXPERIÊNICIA DA COMISSÃO DE ACESSIBILIDADE DE MARÍLIA
1.6.5) A ESCOLARIZAçãO DOS INVISíVEIS PAUTADA NAS IDEIAS DE BOAVENTURA
1.6.6) A INCLUSÃO ESCOLAR NA REDE PRIVADA E O IMPORTANTE PAPEL DO GESTOR NESSE PROCESSO
1.6.7) ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR
1.6.8) AMBIENTES POTENCIALIZADORES PARA A INCLUSãO: CONTRIBUIçõES PARA A FORMAçãO INICIAL DOCENTE
1.6.9) APRENDIZAGEM DE HABILIDADES SOCIAIS E AUTISMO: REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA
1.6.10) AS CONTRIBUIÇÕES DA TERAPIA OCUPACIONAL NO PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
1.6.11) AS CONTRIBUIÇÕES DO MODELO SOCIAL DA DEFICIÊNCIA PARA A CONSTRUÇÃO DE ESTRATÉGIAS INCLUSIVAS
1.6.12) AS DIFICULDADES, SUPERAÇÃO E MUDANÇAS DIANTE DA PROPOSTA DO MODELO DO ENSINO COLABORATIVO.
1.6.13) AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COMO RECURSO EDUCATIVO PARA UM ALUNO COM AUTISMO
1.6.14) ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO [AEE] NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE INCLUSÃO
1.6.15) ATIVIDADES DA SEMANA NACIONAL DO CÉREBRO PROTAGONIZADAS POR ALUNOS COM TEA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.6.16) COMUNICAçãO ALTERNATIVA E ALFABETIZAçãO: INICIANDO UMA DISCUSSãO
1.6.17) CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE UM SISTEMA DE ENSINO
1.6.18) DEFICIÊNCIA VISUAL: PRÁTICAS ALFABETIZADORAS EM UMA SALA DE ENSINO REGULAR NO ENSINO FUNDAMENTAL I
1.6.19) DO OSTRACISMO à IMPLEMENTAçãO DE SALA DE RECURSOS PARA ALTAS HABILIDADES
1.6.20) EDUCAÇÃO BILÍNGUE LIBRAS/PORTUGUÊS NA PRÁTICA: VIVÊNCIA COM ALUNOS SURDOS E MATERIAL ADAPTADO
1.6.21) EDUCAçãO EM MúSICA E AS ALTAS HABILIDADES: IMPLICAçõES PARA OS DOCENTES
1.6.22) EDUCAÇÃO ESPECIAL E TECNOLOGIA ASSISTIVA: UMA PERSPECTIVA SOBRE A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO NO BRASIL
1.6.23) EDUCAÇÃO INCLUSIVA: PIBID E A FORMAÇÃO DOCENTE
1.6.24) ENSINO COLABORATIVO E A OFERTA DE RECURSOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS NA CLASSE COMUM: CONTRIBUIÇÕES PARA INCLUSÃO ESCOLAR
1.6.25) ENSINO MÉDIO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: REFELXÃO DAS PRÁTICAS NO MÉXICO
1.6.26) ESCOLA INCLUSIVA E ESCOLA BILÍNGUE: A ÊNFASE NO ENSINO DE LIBRAS
1.6.27) ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA: OBSERVAçõES DE ATENDIMENTOS MULTIDISCIPLINARES DE POSSíVEL DIAGNóSTICO DE DEFICIêNCIA INTELECTUAL
1.6.28) EXPERIêNCIAS DE FORMAçãO DOCENTE NA HEMODIáLISE INFANTIL
1.6.29) FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): CONCEPÇÕES PRÉVIAS
1.6.30) INCLUSÃO DE ESTUDANTES SURDOS NO ENSINO SUPERIOR
1.6.31) INCLUSãO ESCOLAR E EDUCAçãO ESPECIAL: CONTRIBUIçõES DA PSICOLOGIA HISTóRICO-CULTURAL E DA PEDAGOGIA HISTóRICO-CRíTICA
1.6.32) MODELO DO COENSINO COMO APOIO À ESCOLARIZAÇÃO DE UMA CRIANÇA PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL.
1.6.33) NEUROCIÊNCIA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
1.6.34) O ENSINO DA MÚSICA PARA ALUNOS SURDOS: UMA REVISÃO NACIONAL
1.6.35) O ESTUDANTE COM SíNDROME DE DOWN NA ESCOLA REGULAR: UMA REVISãO SISTEMáTICA DA LITERATURA
1.6.36) O MÉTODO SOCIOLINGUÍSTICO COMO PROPOSTA DE ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL ATRAVÉS DA ABORDAGEM CCS
1.6.37) OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM CASO INFANTIL DE TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
1.6.38) OBSERVAÇÕES DE UMA CRIANÇA DE 4 ANOS COM TEA: RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.6.39) PANORAMA DAS PRODUçõES ACADêMICAS SOBRE POLíTICAS PúBLICAS E SUPERDOTAçãO: RESULTADOS PRELIMINARES
1.6.40) PERCEPÇÕES DE PROFESSORES SOBRE INCLUSÃO
1.6.41) POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA SOB O ENFOQUE COMPARATIVO: CASOS DE BRASIL E PORTUGAL
1.6.42) PRáTICA DOCENTE NA INCLUSãO DE UM ESTUDANTE COM TEA NA PERSPECTIVA DO ENSINO COLABORATIVO.
1.6.43) PRÁTICAS DIALÓGICAS NA FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES: SALA DE RECURSOS E SALA REGULAR COMUNICAÇÃO NECESSÁRIA
1.6.44) PRÁTICAS DIDÁTICAS UTILIZADAS NO ENSINO DO FRANCÊS ESCRITO PARA ALUNOS SURDOS EM UM PERCURSO BILÍNGUE: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UM ESTÁGIO
1.6.45) PRÁTICAS DOS COORDENADORES PEDAGÓGICOS EM AMBIENTES EDUCACIONAIS INCLUSIVOS
1.6.46) PRáTICAS PEDAGóGICAS APLICADAS AO ESTUDANTE COM AUTISMO
1.6.47) PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM SOFWARES EDUCATIVOS COMO FACILITADOR DO ENSINOAPRENDIZAGEM NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - AEE
1.6.48) PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO: TRAJETÓRIA ESCOLAR DE MULHERES COM DEFICIÊNCIAS COM ÊNFASE NO ENSINO SUPERIOR
1.6.49) PSICOMOTRICIDADE NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL PARA OS PROCESSOS DE ESCRITA EM CRIANÇAS TÍPICAS E ATÍPICAS
1.6.50) RELATO DE EXPERIÊNCIA DE OBSERVAÇÕES DE ATENDIMENTOS MULTIDISCIPLINARES DE UMA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
1.6.51) RELATO DE EXPERIÊNCIA: MONITORIA ACADÊMICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA
1.6.52) SOFTWARE EDUCACIONAL E A SUA APLICABILIDADE NO ENSINO DA LIBRAS PARA CRIANÇAS SURDAS E OUVINTES
1.6.53) UMA REVISÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
1.6.54) UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA NA PERSPECTIVA INCLUSIVA
1.7) EIXO Eixo 7 - Políticas e Práticas de TDIC na Educação
1.7.1) A DISCIPLINA DE INFORMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: ANÁLISES E INTERVENÇÕES
1.7.2) A FORMAÇÃO CONTINUADA E O USO DE TECNOLOGIAS NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA
1.7.3) A INTEGRAÇÃO DAS TICS E TDMICS NO ENSINO FUNDAMENTAL PÚBLICO
1.7.4) ALFABETIZANDO COM TECNOLOGIAS: UTILIZANDO OBJETOS DIGITAIS DE APRENDIZAGEM NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.7.5) ANÁLISE DO DESENVOLVIMENTO DE JOGOS EDUCACIONAIS DIGITAIS POR ALUNOS DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.7.6) APLICATIVO PARA APRENDIZADO DE ESCRITA VOLTADO PARA CRIANÇAS COM ALGUMA DEFICIÊNCIA MOTORA MANUAL
1.7.7) CINEMA E ENSINO DE AFRICANIDADES NO FILME "PANTERA NEGRA": O EMPREGO DA LINGUAGEM CINEMATOGRáFICA COMO PRáTICA EDUCATIVA SENSIBILIZADORA VOLTADA PARA A HISTóRIA E CULTURAS AFRICANAS
1.7.8) CORRELAÇÕES ENTRE PENSAMENTO COMPUTACIONAL E MATEMÁTICA PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.7.9) EDMODO, INSTRUMENTO LÚDICO PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.
1.7.10) INCORPORAÇÃO DAS TDIC NA EDUCAÇÃO BÁSICA: O DIÁLOGO FAMÍLIA-ALUNO-ESCOLA NA REDE PRIVADA DE BELO HORIZONTE
1.7.11) O ENSINO DE AFRICANIDADES: REFLETINDO SOBRE A ÁFRICA CONTEMPORÂNEA A PARTIR DO CINEMA
1.7.12) O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NAS ESCOLAS E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
1.7.13) RELATO DE EXPERIÊNCIA: AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COM O APOIO DA FERRAMENTA GOOGLE SALA DE AULA
1.7.14) ROBÓTICA EDUCACIONAL: PROPOSTA PARA ELABORAÇÃO DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE PROGRAMAÇÃO
1.7.15) SAMBI APP: A PROPOSTA DE UM APLICATIVO COMO FERRAMENTA DIGITAL PARA O ENSINO HíBRIDO
1.7.16) SIMULADORES COMPUTACIONAIS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: O DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA SOCIOAMBIENTAL COM O APOIO DA TECNOLOGIA.
1.7.17) TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E SUAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ESPAÇO ESCOLAR: PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
1.7.18) TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: UMA REVISÃO DE LITERATURA SOB A ÓTICA DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
1.7.19) USO DE JOGOS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.8) EIXO Eixo 8 - Educação, Desenvolvimento e Aprendizagem
1.8.1) A ARTE QUE ACONTECE: UMA MUDANÇA NO AMBIENTE ESCOLAR ENVOLVENDO A ESCOLA E A COMUNIDADE
1.8.2) A BRINQUEDOTECA ESCOLAR COMO APOIO NA SUPERAÇÃO DA AGRESSIVIDADE NA INFÂNCIA
1.8.3) A ESCOLA COMO PONTE PARA A EDUCAÇÃO E CIDADANIA
1.8.4) A FORMAÇÃO DE GUIAS AMBIENTAIS: VEGETAÇÃO, SAFS E PANCS
1.8.5) A FORMAÇÃO DOS CONCEITOS NAS AULAS DE MATEMÁTICA DO PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.8.6) A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO VOLTADA ÀS IDEIAS DE MARX E GRAMSCI
1.8.7) A IMPORTÂNCIA DO SENTIDO NO ENSINO DA LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.8.8) A IMPORTÂNCIA DOS MATERIAIS DIDÁTICOS COMO RECURSO PEDAGÓGICO NOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
1.8.9) A INFLUÊNCIA DA ESCOLARIDADE MATERNA NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS UTILIZADAS
1.8.10) A PRODUÇÃO ARTÍSTISCA DA CRIANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL. POSSIBILIDADES DE UTILIZAÇÕES DO DESENHO
1.8.11) A PSICOLOGIA ESCOLAR E EDUCACIONAL NO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS: RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.8.12) A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA FORMAÇÃO INTEGRAL DO INDIVíDUO CONTEMPORÂNEO
1.8.13) A TIMIDEZ NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O LÚDICO COMO FORMA DE INTERVENÇÃO
1.8.14) A ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL DE VIGOTSKI E A TRANSDISCIPLINARIDADE
1.8.15) AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO: A CONTRIBUIÇÃO DO GRUPO DO AFETO
1.8.16) ALFABETIZAÇÃO E FLUÊNCIA NA LEITURA: O PAPEL DA TIPOGRAFIA
1.8.17) ALFABETIZAÇÃO GRÁFICA: ESTUDO SOBRE AS PRINCIPAIS DIFICULDADES APRESENTADAS PELOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NA CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS
1.8.18) APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS: RELEITURA DAS PROPAGANDAS TELEVISA DAS DÉCADAS DE 1980 E 1990 NO BRASIL
1.8.19) APRENDIZAGEM E INTERAÇÕES INTERPESSOAIS: UM ESTUDO COM CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1.8.20) APRENDIZAGEM, MOBILIDADE E CONVERGÊNCIA: MOBILE LEARNING COM CELULARES E SMARTPHONES
1.8.21) BIOPLÁSTICO, COLHER COMESTÍVEL E FERTILIZANTE: REPENSANDO O DESTINO DAS BATATAS COM CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL.
1.8.22) BRINCADEIRA DE PAPéIS E AS CIêNCIAS SOCIAIS: COMO AMPLIAR A VISãO DA CRIANçA SOBRE O TRABALHO.
1.8.23) CARACTERIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM COMPORTAMENTOS AGRESSIVOS NA ESCOLA
1.8.24) CARACTERIZAÇÃO DE PROVAS METALINGUÍSTICAS E DE LEITURA EM ESCOLARES COM DISLEXIA SUBMETIDOS A INTERVENÇÃO MULTISSENSORIAL
1.8.25) CIÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DA BIODIVERSIDADE COSTEIRA DO MUNICÍPIO DE BERTIOGA.
1.8.26) COMPETêNCIAS SOCIOEMOCIONAIS NO COTIDIANO ESCOLAR
1.8.27) COMPORTAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOCULTURAL CONTEMPORÂNEO DE JOVENS E ADOLESCENTES NO COTIDIANO ESCOLAR
1.8.28) CONHECIMENTO DO CORPO NA EDUCAÇÃO FÍSICA: PSICOCINÉTICA DE JEAN LE BOULCH
1.8.29) CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL DA ESCOLA EMEII MADRE TERESA DE CALCUTÁ
1.8.30) CURRíCULO NA EDUCAçãO INFANTIL E A EDUCAçãO AMBIENTAL CRíTICA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES
1.8.31) DAS BONECAS DE PORCELANA A ERA DIGITAL: UMA EXPERIêNCIA DE RESGATE AO LúDICO NA PRIMEIRA INFâNCIA
1.8.32) DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DE PROPOSTAS SOBRE HISTÓRIA DA CIÊNCIA NO ENSINO
1.8.33) DESEMPENHO DE ESCOLARES COM TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM NA COMPREENSÃO LEITORA DE TEXTO NARRATIVO
1.8.34) DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM NO CONTEXTO PSICOPEDAGóGICO: UM OLHAR PARA O INDIVíDUO E SEUS DIVERSOS CONTEXTOS
1.8.35) DISCALCULIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CONHECIMENTOS DOS PROFESSORES
1.8.36) E-DICIONÁRIO DE VERBOS PORTUGUÊS-INGLÊS (E-DVPI): EXPRESSÕES COM O VERBO GANHAR
1.8.37) EDUCAçãO AMBIENTAL: UMA PRáTICA EM SALA DE AULA
1.8.38) EDUCAÇÃO FÍSICA E A PEDAGOGIA WALDORF: ANÁLISE DO ENSINO E APRENDIZAGEM DE VALORES MORAIS
1.8.39) EFEITO DA UTILIZAçãO DE METODOLOGIAS ATIVAS SOBRE AS ABORDAGENS DO APRENDIZADO NO CURRíCULO MéDICO
1.8.40) ENSINO INVESTIGATIVO: UM ESTADO DA ARTE NO PERIÓDICO DA UNESP- BAURU DE 2009 A 2018
1.8.41) ESCRITA MANUAL DE ESCOLARES COM DISLEXIA MISTA
1.8.42) ESTáGIO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL ESCOLAR: ATUAçãO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
1.8.43) ESTRATÉGIA METODOLÓGICAS PARA SE TRABALHAR O SIGNIFICADO DAS EMOÇÕES NA PRÉ-ESCOLA
1.8.44) FORMAÇÃO DE CONCEITOS CIENTÍFICOS NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MEDIADA PELA LITERATURA INFANTIL
1.8.45) IMPORTÂNCIA DO CURRÍCULO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA
1.8.46) INTERAÇÕES SOCIAIS: ESTUDO E INTERVENÇÃO COM RELAÇÃO À AGRESSIVIDADE E TIMIDEZ NA ESCOLA
1.8.47) INTERVENçãO PSICOPEDAGóGICA COM JOGOS PARA MELHORIA DA APRENDIZAGEM
1.8.48) INVESTIGAÇÃO DOS MODELOS MENTAIS SOBRE EQUILÍBRIO QUÍMICO EXPRESSOS ATRAVÉS DE ANIMAÇÕES ELABORADAS POR DISCENTES DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA
1.8.49) MANIFESTAÇÕES AGRESSIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DA TEORIA WINNICOTTIANA: COMPREENDENDO A TEORIA E A PRÁTICA
1.8.50) NOMEAÇÃO AUTOMÁTICA RÁPIDA EM ESCOLARES COM E SEM DISLEXIA DO DESENVOLVIMENTO: ELABORAÇÃO E APLICABILIDADE
1.8.51) O ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO EM GRUPO: SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR.
1.8.52) O BRINCAR COMO INTERVENÇÃO NAS CARACTERÍSTICAS DA TIMIDEZ NO CONTEXTO ESCOLAR
1.8.53) O ENSINO DE ASTRONOMIA NO ENSINO MÉDIO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOS BOLSISTAS DO PIBID
1.8.54) O ENSINO DE CIêNCIAS COM ABORDAGEM CONSTRUCIONISTA: UMA PRáTICA QUE MOTIVA O APRENDIZADO DE CONCEITOS DE FíSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL
1.8.55) O ENSINO DE POLÍGONOS REGULARES NUMA PERSPECTIVA FREIRIANA
1.8.56) ORIGEM DAS AVES COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE EVOLUÇÃO BIOLÓGICA NO ZOOLÓGICO DE BAURU
1.8.57) PENSAMENTO CRÍTICO, IMPLICAÇÃO MATERIAL E O RACIOCÍNIO LÓGICO
1.8.58) POSSIBILIDADES DE APRENDIZAGEM HISTÓRICA EM UMA ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR
1.8.59) PROPOSTA DE UMA ESTRUTURA CURRICULAR TRANSDISCIPLINAR PARA O ENSINO PROFISSIONAL
1.8.60) QUE BILINGUISMO É ESSE? - REFLEXõES ACERCA DAS CONCEPçõES DE BILINGUISMO DAS ESCOLAS QUE SE AUTODENOMINAM BILíNGUES EM UMA CIDADE DO INTERIOR PAULISTA.
1.8.61) RECONSTRUINDO AS RELAÇÕES SOCIAIS DE GÊNERO POR MEIO DA HISTÓRIA E DA EDUCAÇÃO MORAL
1.8.62) REFLEXÕES INICIAIS: UMA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE GEOMETRIA PLANA FUNDAMENTADA NO MODELO DE ATIVIDADE DE ESTUDO
1.8.63) RELAçãO ENTRE ORTOGRAFIA E NOMEAçãO AUTOMáTICA RáPIDA EM ESCOLARES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
1.8.64) RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: ENSINO DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS PARA ALUNOS DO SEXTO ANO C DA ESCOLA ESTADUAL JOSÉ VIRANDA
1.8.65) RESSIGNIFICAÇÃO DA ATIVIDADE DE ESTUDO, UM RELATO SOBRE PSICOLOGIA ESCOLAR.
1.8.66) REVISÃO DA LITERATURA SOBRE DISLEXIA: CARACTERIZAÇÃO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
1.8.67) SEQUÊNCIA DIDÁTICA: IMPORTÂNCIA NO ENSINO DA PRÁTICA DE ESCRITA POR MEIO DA TEORIA INTERACIONISTA SOCIODISCURSIVA
1.8.68) TECNOLOGIAS ASSOCIADAS À MOTIVAÇÃO NA APRENDIZAGEM DE FÍSICA ENTRE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
1.8.69) TIPOS DE PERSONALIDADE, TEMPERAMENTOS E ESTILOS DE APRENDIZAGEM: PROPOSIçõES PARA O ENSINO DE MEDICINA
1.8.70) USO DO RPG PARA UM ENSINO HUMANISTA DE CIÊNCIAS
1.8.71) UTILIZAÇÃO DE ESPAÇOS NÃO-FORMAIS PARA O ENSINO DE BOTÂNICA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL I
1.8.72) VIOLÊNCIAS VERBAIS: A IMPOSIÇÃO DO FALAR E DO CALAR EM SALA DE AULA
1.9) EIXO Eixo 9 - Educação, Interculturalidade e Movimentos Sociais
1.9.1) TEATRAR , PARA ALÉM DA CENA. O (RE) ENCONTRO DA ARTE COM O SEU TERRITÓRIO.
1.9.2) A CASA-GRANDE E A ELITE-NEGRA NA INSTRUÇÃO PÚBLICA PAULISTA (1889-1930)
1.9.3) A FUNçãO SOCIAL DA ESCOLA: UMA REFLEXãO ACERCA DA PEDAGOGIA HISTóRICO-CRíTICA
1.9.4) A TEMÁTICA INDÍGENA ILUSTRADA: REPRESENTAÇÕES IMAGÉTICAS DAS POPULAÇÕES NATIVAS EM LIVROS DIDÁTICOS
1.9.5) COMO PAIS LIDAM FRENTE À NECESSIDADE DE ORIENTAÇÃO SOBRE SEXUALIDADE NAS ESCOLAS
1.9.6) CONHECER AS NARRATIVAS DOS INDÍGENAS KATITAURLU EM SEU TERRITÓRIO COMO PROPOSTA SIGNIFICANTE NA ESCOLA
1.9.7) EDUCAÇÃO, DIREITOS HUMANOS E VIOLÊNCIA HOMOFÓBICA NO AMBIENTE ESCOLAR: A CONCEPÇÃO DOS GESTORES
1.9.8) ESCOLAS DA FLORESTA: POSSIBILIDADES DE DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
1.9.9) MENINAS NEGRAS: A CONSTRUçãO DE UMA IDENTIDADE éTNICO-RACIAL E O PAPEL DA ESCOLA
1.9.10) O POTENCIAL COMUNICATIVO E EDUCACIONAL DO JORNAL FATOS DA RUA
1.9.11) ORLANDO: A ESCOLA RURAL E A EDUCAÇÃO NO CAMPO ATRAVÉS DE NARRATIVAS
1.9.12) OS IMPACTOS DAS AçõES AFIRMATIVAS NA TRAJETóRIA DE ESTUDANTES NEGROS EGRESSOS DO SISTEMA DE COTAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SãO CARLOS
1.9.13) OS IMPACTOS DO NEOLIBERALISMO NA EDUCAÇÃO: DA MERCANTILIZAÇÃO AO MOVIMENTO ESTUDANTIL
1.9.14) PERSPECTIVAS SOBRE O ESTUDO E ENSINO DO VIOLINO: ORQUESTRA, DOCÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL
1.9.15) PROJETO DIDáTICO: BAú AFRICANO - RIQUEZAS DO NOSSO POVO
1.9.16) RESULTADOS PARCIAIS DA PESQUISA EDUCAÇÃO PARA REFUGIADOS - CURSOS PROFISSIONALIZANTES
1.10) EIXO Eixo 10 - Formação Docente Inicial e Continuada
1.10.1) RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
1.10.2) A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DOCENTE DOS LICENCIANDOS EM PEDAGOGIA ATUANTES NO PROGRAMA RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA
1.10.3) A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA NAS TESES DO BANCO DE DADOS DA CAPES (2012 - 2016)
1.10.4) A FORMAÇÃO INICIAL DO EDUCADOR ESPECIAL: VIVÊNCIAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
1.10.5) AÇÕES FORMATIVAS NECESSÁRIAS AO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE NO RS NA VISÃO DE BOLSISTAS DO PIBID
1.10.6) ANÁLISE DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA SOBRE A ORIGEM DO UNIVERSO A PARTIR DO DIÁLOGO ENTRE A CIÊNCIA E A CULTURA INDÍGENA
1.10.7) ANÁLISE DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA SOBRE O NASCIMENTO DAS ESTRELAS A PARTIR DO DIÁLOGO ENTRE A CIÊNCIA E A CULTURA INDÍGENA
1.10.8) APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA E CONSTRUÇÃO DE CONCEPÇÕES SOBRE O QUE É SER PROFESSOR
1.10.9) ARTICULAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO: UM ESTUDO SOBRE O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
1.10.10) CAPACITAçãO DE PROFESSORES DE EDUCAçãO FíSICA DA REDE ESTADUAL DE BAURU: RELATO DE EXPERIêNCIA
1.10.11) CAPACITAÇÃO EM CRIATIVIDADE PARA DOCENTES
1.10.12) CENTRO DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: UMA PROPOSTA FORMATIVA DO MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
1.10.13) CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM RELATO DE LICENCIANDAS DE FÍSICA DO IFSP - ITAPETININGA
1.10.14) EDUCAÇÃO FÍSICA E A ESCOLA RURAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES
1.10.15) EXERCÍCIO REFLEXIVO NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE QUÍMICA
1.10.16) EXPERIÊNCIAS DE SUPERVISÃO EDUCACIONAL: ORGANIZANDO A FORMAÇÃO DOCENTE CONTINUADA JUNTO AOS COORDENADORES PEDAGÓGICOS DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO
1.10.17) FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES SOBRE A PEDAGOGIA DE CÉLESTIN FREINET
1.10.18) FORMAçãO CONTINUADA: NOVOS CONCEITOS E ESTRATéGIAS FORTALECENDO O TRABALHO DOS DOCENTES DO SéCULO XXI
1.10.19) FORMAçãO DE PROFESSORES DA EDUCAçãO BáSICA: ANáLISE A PARTIR DAS BASES DE DADOS DE PESQUISA
1.10.20) FORMAÇÃO DOCENTE E RELAÇÕES DE GÊNERO: UMA EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
1.10.21) FORMAçãO E TRABALHO DOCENTE: EM BUSCA DA FILOSOFIA DA PRáXIS
1.10.22) FORMAÇÃO MATEMÁTICA DAS PROFESSORAS POLIVALENTES: ELEMENTOS PARA PENSAR A FORMAÇÃO INICIAL
1.10.23) HISTÓRIA DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRIMÁRIOS NAS DÉCADAS INICIAIS DO SÉCULO XX EM BAURU: NOTAS DE PESQUISA
1.10.24) MEMORIAL DE FORMAçãO DE UMA LICENCIANDA EM MATEMáTICA: ANáLISES FRENTE AO PROCESSO FORMATIVO
1.10.25) MISSÕES JESUÍTICAS E A HISTÓRIA DA RESISTÊNCIA INDÍGENA: PRÁTICA EDUCATIVA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES.
1.10.26) O DEVIR PROFESSOR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO CURSINHO 1ª OPÇÃO DA UNESP/ASSIS
1.10.27) O ENSINO DE ASTRONOMIA A PARTIR DE UMA NARRATIVA MÍTICA: ANÁLISE DE UMA AULA SOBRE ECLIPSE PROPOSTA NA DISCIPLINA DE METODOLOGIA DE ENSINO DE CIÊNCIAS DA UFLA
1.10.28) O PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA NÃO-NATIVO: UM ESTUDO SOBRE OS DESAFIOS DE SE ENSINAR UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA
1.10.29) OFICINAS PEDAGÓGICAS PARA A DOCÊNCIA (OPED): A POSSIBILIDADE DE UM ESPAÇO FORMATIVO PARA OS ACADÊMICOS DE PEDAGOGIA ALIADO AO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
1.10.30) PERCURSOS CURRICULARES E PROFISSIONAIS DE EGRESSOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA
1.10.31) PESQUISAS SOBRE O TRABALHO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO NO PROCESSO DE INSERÇÃO DE PROFESSORES INICIANTES NA DOCÊNCIA
1.10.32) POLÍTICAS PÚBLICAS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL: EM FOCO PIBID
1.10.33) PRáTICAS DE BIOQUíMICA NO ENSINO DE CIêNCIAS NATURAIS DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE BAURU
1.10.34) PRÁTICAS EDUCATIVAS DO PROFESSOR, AFETO E CLIMA ESCOLAR: POSSIBILIDADES PARA ATUAÇÃO DO PIBID
1.10.35) PRÁTICAS NO PIBID: METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA
1.10.36) PRÁTICAS REALIZADAS POR UNIVERSITÁRIOS COM PESSOAS DEFICIENTES E SUAS FAMÍLIAS
1.10.37) PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO DE ENSINO (PAE) NA FORMAÇÃO DOCENTE: UMA EXPERIÊNCIA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA
1.10.38) PROGRAMA DE ENSINO INTEGRAL E O PIBID MATEMÁTICA DA UNESP DE BAURU: PRIMEIRAS IMPRESSõES
1.10.39) PROPOSIÇÕES FORMATIVAS DO COORDENADOR PEDAGÓGICO: REFLEXOS NO TRABALHO DOCENTE
1.10.40) RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E A FORMAÇÃO CONTINUADA JUNTO AOS NEABS: SUBSÍDIOS PARA OS(AS) PROFESSORES(AS) DE HISTÓRIA
1.10.41) RELATO DE EXPERIêNCIA DO PIBID: REFLEXõES E PRáTICAS NA FORMAçãO DE PEDAGOGOS.
1.10.42) RELATO SOBRE A DISCIPLINA METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FCT/UNESP
1.10.43) SER / FORMAR PROFESSORES: CONCEPÇÕES EM UMA DISCIPLINA DE INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DA EDUCAÇÃO
1.10.44) SEXOLOGANDO: OLHARES DOS BOLSISTAS PIBID CIÊNCIAS BIOLÓGICAS SOBRE A CONSTRUÇÃO DE BLOG PARA EDUCAÇÃO SEXUAL
1.10.45) TUTORIA E AFETIVIDADES: AçõES POSSíVEIS EM UM CURSO DE PEDAGOGIA EAD
1.10.46) UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS: UM OLHAR PARA A PROFISSÃO DOCENTE
1.10.47) UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A EVOLUÇÃO DAS CONCEPÇÕES DE UM GRUPO COLABORATIVO DE PROFESSORAS SOBRE A ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NOS ANOS INICIAS
1.11) EIXO Eixo 11 - Profissão Docente e compromisso sociopolítico
1.11.1) A AÇÃO LÚDICA NA DISCUSSÃO DA PROTEÇÃO INTEGRAL, DIVERSIDADE E ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA
1.11.2) A CONSTRUçãO DE VALORES MORAIS E A PERSPECTIVA DISCENTE: PRáTICAS DOCENTES E A FORMAçãO ESCOLAR
1.11.3) A MOBILIZAÇÃO DA PROFISSÃO DOCENTE NO CONTEXTO DE ESCOLA PÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO
1.11.4) AS PESQUISAS SOBRE TRABALHO DOCENTE NA REDE ESTADUAL PAULISTA: ANÁLISE DAS TESES E DISSERTAÇÕES (1996 A 2018)
1.11.5) CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DA COMPLEXIDADE NA FORMAÇÃO DOCENTE
1.11.6) DOMINAÇÃO SIMBÓLICA NA EDUCAÇÃO: O CAPITAL CULTURAL COMO FORMA DE RESISTÊNCIA NA ATUAÇÃO DOCENTE.
1.11.7) EDUCACAO E RELACOES ETNICO-RACIAIS: TRABALHOS DA ANPed 2008-2018
1.11.8) EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E FUTEBOL: POSSIBILIDADES DE PROBLEMATIZAÇÃO A PARTIR DE UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
1.11.9) FORMAÇÃO POLÍTICA COMO ELEMENTO NA FORMAÇÃO DOCENTE: REFLEXÕES SOBRE PODER, EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS
1.11.10) GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPAÇÃO: CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
1.11.11) HISTóRICO DA FAZENDA EXPERIMENTAL DA UNESP NO MUNICíPIO DE SãO MANUEL: UM RELATO SOCIOAMBIENTAL
1.11.12) INTERFERÊNCIA IDEOLÓGICA NA EDUCAÇÃO
1.11.13) LEVANTAMENTO DE TESES E DISSERTAÇÕES SOBRE TRABALHO DOCENTE: APONTAMENTOS INICIAIS
1.11.14) NOTAS DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE
1.11.15) PROTAGONISMO JUVENIL A PARTIR DA CONSTRUÇÃO DE MEMES
1.11.16) REFORMAS NA EDUCAçãO E A FIGURA DO PROFESSOR: CONTEXTO NACIONAL E INTERNACIONAL
2) Comunicação Científica
2.1) EIXO Eixo 1 - Políticas e Práticas na Educação Infantil
2.1.1) (IN) DISCIPLINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES EM ANÁLISE
2.1.2) INDÚSTRIA CULTURAL E SEUS IMPACTOS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL: LUDICIDADE E O BRINCAR EM MEIO A ERA DA TECNOLOGIA E DO CONSUMO
2.1.3) PERIODIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO PSÍQUICO: CONTRIBUIÇÕES PARA AS PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL .
2.1.4) "AS BALEIAS NÃO BOTAM OVOS, SÓ AS GALINHAS [...] E O TUBARÃO TAMBÉM "
2.1.5) A CRIANÇA NA PRÉ-ESCOLA E A FUNÇÃO DA INSTITUIÇÃO SOB AS PERCEPÇÕES DE PEDAGOGAS
2.1.6) A CULTURA CIRCENSE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E OS CAMPOS DE EXPERIÊNCIA
2.1.7) A INTERAÇÃO E A BRINCADEIRA NO BERÇÁRIO: QUANDO O CUIDAR E O EDUCAR ESTãO PRESENTES
2.1.8) A MOTIVAçãO E O INTERESSE NA EDUCAçãO INFANTIL
2.1.9) A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE NA PERSPECTIVA DO CORPO EM MOVIMENTO
2.1.10) A REITERAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA SOBRE O TEMPO DAS CRIANÇAS
2.1.11) A RELAÇÃO ESCOLA-FAMÍLIA SOB A PERCEPÇÃO DE EDUCADORAS DA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.12) ADAPTAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: MOMENTO DE INSEGURANÇAS E ALICERÇAR VÍNCULOS
2.1.13) ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E AS POSSIBILIDADES DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.14) ANTROPOLOGIA DA CRIANÇA: UMA LEITURA HISTÓRICA SOBRE AS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA
2.1.15) AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DOCUMENTOS OFICIAIS
2.1.16) BRINCADEIRA PROTAGONIZADA COMO ATIVIDADE-GUIA DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR: POSSIBILIDADES DIDÁTICAS
2.1.17) BRINCAR HEURÍSTICO E BRINCAR TELÚRICO: CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.18) CANTOS DE TRABALHO DE FREINET O E DESENVOLVIMENTO DO AUTOCONTROLE DA CONDUTA NA INFÂNCIA: RETRATOS DE UM ESTUDO
2.1.19) COMPETÊNCIAS DE PROFESSORAS PARA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS PRÉ-ESCOLARES COM DESENVOLVIMENTO TÍPICO E ATÍPICO
2.1.20) CONCEPÇÕES E PRÁTICAS ACERCA DA ARTE VISUAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.21) CONSTRUÇÃO DE VALORES MORAIS A PARTIR DA HORA DA RODA
2.1.22) CONSTRUINDO MENINOS E MENINAS: OS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO E A HETERONORMATIVIDADE NOS LIVROS DE LEITURA INFANTIL
2.1.23) ERA UMA VEZ OU SÃO MUITAS VEZES POSSÍVEIS? AMOR E GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.24) FíSICA E CANçõES NA EDUCAçãO INFANTIL: PROPOSTA DE CIêNCIAS EM UM PROJETO DE DIVULGAçãO CIENTíFICA
2.1.25) FORMAÇÃO DE LEITORES: AS CONTRIBUIÇÕES DA LITERATURA PARA A INFÂNCIA.
2.1.26) FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: REFLEXOS DO AFETO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.27) INCENTIVO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: É POSSÍVEL APRECIAR O ATO DE LER ANTES DA ALFABETIZAÇÃO?
2.1.28) INFÂNCIA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: PERCEPÇÕES NA ÚLTIMA ETAPA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.29) LEITURA E NARRAçãO DE HISTóRIAS POR PAIS DE CRIANçAS DE 2 A 5 ANOS
2.1.30) LÚDICO: CONCEITOS E POTENCIALIDADES AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL.
2.1.31) MARIA MONTESSORI: A CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA E DA FAMÍLIA PARA A FORMAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA
2.1.32) NARRATIVAS SOBRE O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
2.1.33) O "RECREIO ESCOLAR" COMO ESPAçO-TEMPO PARA O BRINCAR LIVRE NA EDUCAçãO INFANTIL
2.1.34) O COLORIR COMO OBJETO DE ENSINO, UMA BREVE SEQUÊNCIA DIDÁTICA
2.1.35) O CONSUMISMO NA INFÂNCIA: REFLEXÕES PARA UMA FORMAÇÃO NECESSÁRIA AOS PROFESSORES DA PRÉ-ESCOLA
2.1.36) O CURRíCULO DA EDUCAçãO INFANTIL DO MUNICíPIO DE LONDRINA: UMA ANáLISE DE SUAS(S) ABORDAGEM(NS) METODOLóGICA(S)
2.1.37) O DIREITO à EDUCAçãO INFANTIL E SUA EFETIVAçãO NO CAMPO: COMUNIDADE DE MUSELO, INDAIABIRA- MG.
2.1.38) O DIREITO DE BRINCAR NO PROCESSO DE TRANSIÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
2.1.39) O ENSINO DE ASTRONOMIA COMO POSSIBILIDADE DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA PARA CRIANÇAS ATRAVÉS DO LÚDICO - UMA REVISÃO DE LITERATURA
2.1.40) O NECESSÁRIO DIÁLOGO ENTRE EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.1.41) O PAPEL DO PROFESSOR DE EDUCAçãO INFANTIL NA ORGANIZAçãO DO ESPAçO E CONSTITUIçãO DO LUGAR
2.1.42) O PIBID E A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
2.1.43) O TRABALHO PEDAGÓGICO COM BEBÊS, ENTRE ESCUTAR, PLANEJAR E (RE)DESCOBRIR O PAPEL DO ADULTO
2.1.44) O TRABALHO PEDAGóGICO NA CONCEPçãO DO CUIDAR E EDUCAR: DESAFIOS E PERSPECTIVAS NA EDUCAçãO INFANTIL
2.1.45) O TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PARA AS DETERMINAÇÕES LEGAIS E CONTRIBUIÇÕES DO MEC
2.1.46) OS ESPAÇOS DE UMA SALA DE REFERÊNCIA DE ETAPA II: PERCEPÇÕES E ANSEIOS DOS ADULTOS
2.1.47) OS MATERIAIS NÃO ESTRUTURADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALGUMAS REFLEXÕES
2.1.48) PESQUISA AÇÃO E O ESPAÇO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: TECENDO DIÁLOGOS NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA
2.1.49) POLÍTICA DE VAGAS NAS CRECHES DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
2.1.50) POR UMA EDUCAÇÃO INFANTIL MENINA : UM DIÁLOGO A PARTIR DE PAULO FREIRE
2.1.51) REFLEXÕES SOBRE AS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.1.52) SABERES DOCENTES E SABERES SOBRE A INFÂNCIA: A ESCUTA DA PROFESSORA E SEUS ALUNOS
2.1.53) TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE E ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO: DIÁLOGOS ENTRE A PSICOLOGIA E A PEDAGOGIA
2.1.54) UMA INTERVENÇÃO NO CONTEXTO DO CMEI: A BRINCADEIRA NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
2.1.55) VIOLêNCIA DOMéSTICA CONTRA A CRIANçA: DESAFIOS DA ESCOLA E DO PROFESSOR
2.1.56) VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ENTRAVES AO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
2.2) EIXO Eixo 2 - Políticas e Práticas no Ensino Fundamental
2.2.1) A AÇÃO DOS DOCENTES EM SUAS PRáTICAS AVALIATIVAS A PARTIR DO PENSAMENTO SISTÊMICO
2.2.2) A APROPRIAÇÃO DE CONCEITOS GEOMÉTRICOS POR MEIO DO RECURSO DO DESENHO GEOMÉTRICO: RESGATANDO ASPECTOS RELACIONAIS ESQUECIDOS
2.2.3) A COMUNICAÇÃO MULTIMODAL EM UM CLUBE DE CIÊNCIAS: ANÁLISE DE REGISTROS GRÁFICOS E ESCRITOS ELABORADOS POR ESTUDANTES
2.2.4) A EDUCAÇÃO MORAL NOS PRESSUPOSTOS DA BNCC PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.5) A EXPERIÊNCIA DA COR ATRAVÉS DOS TRABALHOS ARTÍSTICOS DE HÉLIO OITICICA
2.2.6) A IMPORTâNCIA DA CONTAçãO DE HISTóRIAS NA DISCIPLINA DE MATEMáTICA
2.2.7) A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR NOS PROCESSOS DE GESTÃO DEMOCRÁTICO-PARTICIPATIVA
2.2.8) A MÚLTIPLA-EFETIVAÇÃO DO ESTADO DE EXCEÇÃO NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS: ARTICULAÇÕES PRELIMINARES ENTRE FILOSOFIA, SOCIOLOGIA, DIREITO E EDUCAÇÃO
2.2.9) A PERCEPçãO DOS ESTUDANTES SOBRE O ENTORNO ESCOLAR A PARTIR DA METODOLOGIA PEIR
2.2.10) A PLATAFORMA FOCO APRENDIZAGEM E O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES DE LEITURA NA REDE ESTADUAL PAULISTA
2.2.11) A RELAÇÃO ENTRE OS CONCEITOS COTIDIANOS E CIENTÍFICOS SEGUNDO VIGOSTSKI: APLICAÇÃO EM UMA SEQUÊNCIA DE ENSINO INVESTIGATIVA SOBRE ELETRICIDADE NO 4° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.12) A TURMA E SUAS DIMENSÕES ACADÊMICAS E SOCIAIS
2.2.13) ABORDAGEM FENOMENOLÓGICA-EXPERIMENTAL NO ESTUDO DE ELETRICIDADE ATRAVÉS DE VÍDEO-AULAS
2.2.14) AÇÃO INTERDISCIPLINAR EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE ITACOATIARA-AM
2.2.15) ACEITAÇÃO ÀS DIFERENÇAS NO CONTEXTO ESCOLAR
2.2.16) ADOLESCÊNCIA, LAZER E CULTURA CORPORAL: A SEXUALIDADE EM QUESTÃO
2.2.17) ALFABETIZAÇÃO E O PAPEL DO PROFESSOR ALFABETIZADOR NO BRASIL: UM INÍCIO DE DIÁLOGO
2.2.18) ANáLISE DOS COMPONENTES DA APTIDãO FíSICA EM ESCOLARES
2.2.19) AS CONTRIBUIçõES DA PERSPECTIVA PóS-CRíTICA PARA O CONHECIMENTO EM GESTãO EDUCACIONAL NO BRASIL
2.2.20) AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA NO BRASIL: TRAMA HISTÓRICA (1966-2016)
2.2.21) AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA: PROVA BRASIL HISTÓRIA: CARACTERíSTICAS E OBJETIVOS
2.2.22) AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: INSTRUMENTO PARA MELHORIA DA GESTÃO ESCOLAR E DA QUALIDADE DO ENSINO
2.2.23) AVALIAÇÃO QUE BUSCA A QUALIDADE DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM EM REDE MUNICIPAL DE ENSINO
2.2.24) BNCC: UMA ANÁLISE DA ABORDAGEM DO(S) LETRAMENTO(S) NO COMPONENTE LÍNGUA PORTUGUESA
2.2.25) CáLCULO MENTAL COM ALUNOS DO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: ANáLISE DE PROPOSTAS DIDáTICAS
2.2.26) COMPETITIVIDADE, HABILIDADES E BNCC: QUAL A RELAçãO?
2.2.27) CONTEúDOS ESPORTIVOS DO CURRíCULO DO ESTADO DE SãO PAULO: O QUE E POR QUE OS PROFESSORES ENSINAM?
2.2.28) CRIANÇAS E DIREITOS: UM DIÁLOGO POSSÍVEL E NECESSÁRIO NA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.29) CURRÍCULO ESCOLAR E A PRÁTICA COTIDIANA RIBEIRINHA: A AUSÊNCIA DE UM DIÁLOGO EPISTEMOLÓGICO
2.2.30) DESENVOLVIMENTO DA CRIATIVIDADE: EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.31) DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS EDUCATIVAS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE SUJEITOS UTILIZANDO AS TECNOLOGIAS DIGITAIS
2.2.32) Diário de uma professora de matemática - o jogo mini tortinha na cara
2.2.33) DISCUSSãO SOBRE O USO DE JOGOS MODERNOS PARA O ENSINO DE HISTóRIA
2.2.34) DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO FORMAL: A CIÊNCIA AO ALCANCE DE JOVENS NO ENSINO FUNDAMENTAL.
2.2.35) EDUCAçãO AMBIENTAL NAS ESCOLAS NO MUNICíPIO DE ITAí (SP): O QUE DIZEM OS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.36) EDUCAçãO DO CAMPO: ASPECTOS DE UMA GESTãO DEMOCRáTICA
2.2.37) EM BUSCA DE INDICADORES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA EM ALUNOS PARTICIPANTES DE UM CLUBE DE CIÊNCIAS
2.2.38) ENSINO DE HISTóRIA E PRáTICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL: METODOLOGIAS ATIVAS NA CONSTRUçãO DO APRENDIZADO
2.2.39) ENSINO DE HISTÓRIA EM MINAS GERAIS
2.2.40) ENSINO DE HISTÓRIA NOS ANOS INICIAIS: PERSPECTIVAS DOCENTES
2.2.41) ESTUDO DE CIÊNCIAS NO CICLO FUNDAMENTAL II: A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS
2.2.42) ESTUDO SOBRE AS PRODUÇÕES ACADÊMICAS SOBRE DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
2.2.43) GÊNEROS DISCURSIVOS ORAIS EM LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA
2.2.44) GESTÃO DEMOCRÁTICA A PARTIR DA TEORIA DO DISCURSO DE LACLAU E MOUFFE: UM ESTUDO DE CASO
2.2.45) GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA: LIMITES E POSSIBILIDADES
2.2.46) GRÊMIOS ESTUDANTIS NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA COM PARTICIPAÇÃO DE ALUNO COM DEFICIÊNCIA
2.2.47) IMPLANTAÇÃO DO PNAIC EM SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO
2.2.48) INTERATIVIDADE NO ENSINO SUPERIOR: A FICÇÃO INTERATIVA NAS ÁREAS DA SAÚDE
2.2.49) JOGO NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UMA PESQUISA DE DESEMPENHO REFERENTE AOS 3M EM MATEMáTICA
2.2.50) MAPAS CONCEITUAIS COM PROPOSIÇÕES INCORRETAS COMO INSTRUMENTO AVALIATIVO NO ENSINO FUNDAMENTAL II
2.2.51) METODOLOGIA PARA O ENSINO DE HISTÓRIA INDÍGENA: PROPOSTA DO USO DE CULTURA MATERIAL PELO PIBID-HISTÓRIA UEM
2.2.52) METODOLOGIAS E ABORDAGENS PARA O ENSINO DE CIêNCIAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.53) METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA REVISÃO NOS ANAIS DO CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO
2.2.54) NARRATIVAS DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS - AFIRMAÇÃO DO DIREITO DE ESTUDAR DURANTE O TRATAMENTO DE SAÚDE
2.2.55) O ANALFABETISMO NO BRASIL NAS ÚLTIMAS QUATRO DÉCADAS: O QUE OS NÚMEROS DIZEM
2.2.56) O ESPAÇO AGRÁRIO BRASILEIRO NOS DOCUMENTOS CURRICULARES DE GEOGRAFIA
2.2.57) O JOGO DOS 7 ERROS COMO FERRAMENTA PEDAGóGICA PARA O ENSINO DO CONCEITO DE SIMETRIA
2.2.58) O PROCESSO DE AVALIAÇÂO DA APRENDIZAGEM NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.59) O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NO CONTEXTO DA ESCOLA RIBEIRINHA NA ILHA DE MARAJÓ
2.2.60) OS TESTES PADRONIZADOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS PAULISTAS E AS CONCEPÇÕES DE UMA PROFESSORA DE MATEMÁTICA.
2.2.61) OUTRO OLHAR PARA A AVALIAÇÃO INTERNA: OLIMPÍADA MUNICIPAL DE LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA
2.2.62) PENSAMENTO COMPUTACIONAL E A RELAçãO COM A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
2.2.63) PERCEPÇÕES DAS CRIANÇAS SOBRE A CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
2.2.64) PESQUISA INTERVENÇÃO FORMATIVA NA ESCOLA: RELAçõES ENTRE PESQUISA, TRABALHO EDUCATIVO E DESENVOLVIMENTO HUMANO
2.2.65) POLÍTICAS E PRÁTICAS NOS PROJETOS DE RECUPERAÇÃO/REFORÇO EM MATEMÁTICA NO ESTADO DE SÃO PAULO
2.2.66) POR UM OLHAR AGUÇADO NOS CARTUNS DA REVISTA CIÊNCIA HOJE DAS CRIANÇAS
2.2.67) PRÁTICAS DE LEITURA NA PERSPECTIVA INCLUSIVA: ANOS INICIAIS
2.2.68) PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: MOVIMENTOS CONTRADITÓRIOS
2.2.69) PRÁTICAS, FATORES E CONDIÇÕES ADMINISTRATIVAS E PEDAGÓGICAS QUE INFLUEM NO DESEMPENHO EM MATEMÁTICA DOS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II DE ESCOLAS MUNICIPAIS: ANÁLISE DE DADOS DO IDEB EM MUNICÍPIOS DE NÍVEL SOCIOECONÔMICO ELEVADO
2.2.70) PROFESSOR E BIBLIOTECÁRIO - DESENVOLVENDO AS COMPETÊNCIAS DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)
2.2.71) PROJETO BOLINHAS DE GUDE: DESCOBRINDO OUTRAS FORMAS DE ENSINAR, APRENDENDO OUTROS JEITOS DE APRENDER.
2.2.72) PROVINHA BRASIL: CARACTERÍSTICAS E OBJETIVOS DE SUA APLICAÇÃO
2.2.73) REFLEXÕES E VIVÊNCIAS SOBRE PRÁTICAS DE ENSINO VOLTADAS À FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO NA ESCOLA BÁSICA: EXPERIÊNCIA COM O PIBID
2.2.74) RELAÇÕES PÚBLICO-PRIVADAS NA GESTÃO PÚBLICA EDUCACIONAL BRASILEIRA: ASPECTOS LEGAIS.
2.2.75) RELATO DE EXPERIÊNCIA: CONHECENDO O COTIDIANO DAS GRANDES NAVEGAÇÕES A PARTIR DE RELATOS E IMAGENS
2.2.76) RESPEITANDO A DIVERSIDADE DE APRENDIZAGEM EM UMA SALA DE AULA
2.2.77) UM DIA NA ALDEIA INDÍGENA EKERUÁ: PERCEPÇÕES DE CRIANÇAS DO 5° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.2.78) UMA ATIVIDADE INVESTIGATIVA COM UM 4o ANO SOBRE O EFEITO ESTUFA
2.2.79) VIOLÊNCIA ESCOLAR COM MENINAS COMO PROTAGONISTAS: REGISTROS NOS CADERNOS DE OCORRÊNCIA
2.2.80) YOGA PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA EDUCAÇÃO INTEGRAL NA INFÂNCIA
2.3) EIXO Eixo 3 - Políticas e Práticas no Ensino Médio
2.3.1) A AVALIAÇÃO FORMATIVA EM SALA DE AULA: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A SUA APLICAÇÃO
2.3.2) A LITERATURA NO LIVRO DIDáTICO DO ENSINO MéDIO: TENDêNCIAS
2.3.3) A NATUREZA DOS ERROS COMETIDOS POR ALUNOS EM UMA AVALIAÇÃO DE FÍSICA NO CONTEXTO DO PROJETO PIBID
2.3.4) A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS NA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
2.3.5) ADEUS, MEUS AMIGOS: A REALIDADE DO ALUNO NA REINTERPRETAÇÃO DE UM CONTO
2.3.6) ANÁLISE DOCUMENTAL: REFLEXÕES ACERCA DA IMPORTÂNCIA DA FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO
2.3.7) APLICAÇÃO DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA COMO METODOLOGIA PARA O ENSINO DE QUÍMICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
2.3.8) APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS E O ENSINO DE BIOLOGIA: OS LIVROS DIDÁTICOS APRESENTAM UMA CONTRIBUIÇÃO PARA ESSE TRABALHO NO ENSINO MÉDIO?
2.3.9) AS RELAçõES ENTRE O DESEMPENHO EM MATEMáTICA AO FINAL DO ENSINO MéDIO E O CONTEXTO ESCOLAR
2.3.10) ATIVIDADE FÍSICA, PERCEPÇÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA VIDA FISICAMENTE ATIVA E A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
2.3.11) BASE NACIONAL COMUM: A OBSCURA EFETIVAÇÃO DA POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO MÉDIO NA CIDADE DE BARUERI-SP.
2.3.12) CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO BULLYING NA EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA REALIDADE A SER ESTUDADA
2.3.13) COMO FAZER CIÊNCIA COM A MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO: UMA EXPERIÊNCIA EM UMA ESCOLA PÚBLICA
2.3.14) COMPETÊNCIA LEITORA AVALIADA PELO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO (ENEM): LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
2.3.15) CONCEPÇÕES DE ALUNOS DO 1o ANO DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA SOBRE GRAVIDEZ.
2.3.16) DIVERSIDADE E DIFERENçA: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR PAULISTA
2.3.17) DIVULGAçãO CIENTíFICA NA SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM DIALóGICA DO ENUNCIADO
2.3.18) EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM ASSENTAMENTOS RURAIS NA REGIÃO DO PONTAL DO PARANAPANEMA: A OFERTA PÚBLICA DE ENSINO TÉCNICO NO ESTADO DE SÃO PAULO
2.3.19) EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E SEXUALIDADE EM PAULO FREIRE
2.3.20) ENSINO DE FILOSOFIA ATIVO: ALIANDO A PEDAGOGIA DO CONCEITO COM A SALA DE AULA INVERTIDA
2.3.21) ENSINO DE FíSICA MODERNA EM UM PROCESSO DE SALA DE AULA INVERTIDA: REFLEXõES E POTENCIALIDADES
2.3.22) ENSINO MÉDIO EM TEMPO INTEGRAL NO BRASIL: MAPEAMENTO DA PRODUÇÃO ACADÊMICA NA BIBLIOTECA DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES (BDTD)
2.3.23) ENSINO MÉDIO, CIÊNCIA E QUÍMICA: A PRODUÇÃO ACADÊMICO CIENTÍFICA NO CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO
2.3.24) ERRO CONCEITUAL DE FíSICA NO TEXTO O SEGUNDO BONDINHO, 1972
2.3.25) FATORES QUE IMPACTAM O DESEMPENHO EDUCACIONAL: UMA ABORDAGEM MULTINÍVEL COM DADOS DO SARESP
2.3.26) IMPLANTAÇÃO DOS CURSOS "M-TEC" NA REGIÃO DE MARÍLIA/SP: PERSPECTIVAS PARA O ENSINO TÉCNICO INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO
2.3.27) INDISCIPLINA ESCOLAR E ARTE-EDUCAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM DUAS ESCOLAS DA CIDADE DE SÃO CARLOS/SP
2.3.28) INVESTIGAÇÃO SOBRE MODELOS MENTAIS DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE ELETRÓLISE EXPRESSOS EM ANIMAÇÕES
2.3.29) MOTIVAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: A PARTIR DA MUDANÇA DE AMBIENTE E DIVERSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO
2.3.30) MUDANÇAS DE CONCEPÇÕES ATITUDINAIS EM ESTUDANTES ACERCA DE MODELOS DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
2.3.31) O APRENDER A APRENDER E O ESVAZIAMENTO DA MATEMÁTICA NO ENSINO DE QUÍMICA
2.3.32) O DEBATE REGRADO COMO INSTRUMENTO CATALISADOR DA APRENDIZAGEM DO RACIOCÍNIO ARGUMENTATIVO
2.3.33) O ENSINO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO: ENTRE A EMANCIPAÇÃO E O CONSUMO
2.3.34) O PROGRAMA ENSINO INTEGRAL E AS COMPETêNCIAS GERAIS DA BNCC
2.3.35) O SUMMAÊ NO ENSINO MÉDIO: UMA EXPERIÊNCIA CRIATIVA NA APRENDIZAGEM DE ANÁLISE COMBINATÓRIA
2.3.36) O TRÂNSITO COMO TEMA TRANSVERSAL NO ENSINO DE CIÊNCIAS COM O PROJETO TEMPO E VIDA: REFLEXOS E REFLEXÕES
2.3.37) OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE MATEMÁTICA: AS FOTOGRAFIAS NO PROJETO GEOMETRIAS PELO CAMINHO
2.3.38) PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA
2.3.39) PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO TÉCNICO INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO AO USO DE METODOLOGIAS LÚDICAS
2.3.40) POLÍTICA DE QUALIDADE DO ENSINO MÉDIO NA REDE PÚBLICA PAULISTA DE ENSINO REGULAR
2.3.41) POLÍTICAS, EMPREGO, RENDA, MIGRAÇÃO E EVASÃO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO NO VALE DO JEQUITINHONHA
2.3.42) PROJETO DE TRABALHO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: A VARIAÇÃO DA MELANINA NOS MELANÓCITOS E SEUS ASPECTOS BIOLÓGICOS, FILOSÓFICOS, HISTÓRICOS E SOCIOLÓGICOS
2.3.43) UMA PRÁTICA INVESTIGATIVA PARA A ABORDAGEM DA QUÍMICA AMBIENTAL
2.3.44) UTILIZAçãO DA SéRIE SCORPION COMO PROPOSTA DE UMA ATIVIDADE DIFERENCIADA DE BAIXO CUSTO
2.4) EIXO Eixo 4 - Políticas e Práticas na Educação de Jovens e Adultos
2.4.1) A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: A LUZ DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA
2.4.2) A EDUCAÇÃO E O PODER EDUCATIVO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DE KARL MARX
2.4.3) A EDUCAçãO FíSICA ESCOLAR NA EJA: POSSIBILIDADES E TRANSFORMAçõES
2.4.4) A EDUCAÇÃO SEXUAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONCEPÇÕES VARIADAS EM DIFERENTES FAIXA-ETÁRIAS
2.4.5) A FORMAÇÃO DE FORMADORES DO PROEJA-FIC NILÓPOLIS E SEU LEGADO PARA DOCENTES DA REDE MUNICIPAL
2.4.6) A PRODUçãO DE MATERIAL DIDáTICO-PEDAGóGICO NO CONTEXTO DA EDUCAçãO DE JOVENS E ADULTOS SURDOS
2.4.7) AS PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES E A FORMAÇÃO DOCENTE NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
2.4.8) ASPECTOS CONSTITUINTES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO CONTEXTO BRASILEIRO
2.4.9) CENTRO EDUCACIONAL DE JOVENS E ADULTOS: DOCUMENTOS ESCOLARES E A GESTÃO DEMOCRÁTICA
2.4.10) CONDIÇÕES DE ESCOLARIZAÇÃO NA EJA: NARRATIVAS DE MULHERES QUE RETONARAM PARA A ESCOLA
2.4.11) CURRíCULO E FORMAçãO DE PROFESSORES DA EJA: ANáLISE DA REALIDADE
2.4.12) DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA SENSORIAL NA EJA: USO DO ATLAS.TI COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DA PRÁTICA DOCENTE
2.4.13) EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COMO DIREITO: EM QUESTÃO POLÍTICAS PÚBLICAS E FORMAÇÃO DE EDUCADORES
2.4.14) EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: TRABALHANDO COM PROJETOS, INCLUNDO MULHERES NA CULTURA AMBIENTAL DO TERRITÓRIO CAIPIRA
2.4.15) ELEMENTOS DE UMA HERMENêUTICA DE LIVROS DIDáTICOS DE MATEMáTICA PARA JOVENS E ADULTOS.
2.4.16) EMPODERAMENTO E ALUNOS DO PROEJA/IFAM, DO AUDIOVISUAL À RODA DE CONVERSA
2.4.17) ESTÉTICA INCLUSIVA NA EJA: O ENSINO DE ARTE SOBRE O VIÉS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
2.4.18) NOTAS PARA UMA DISCUSSÃO DA DELIBERAÇÃO CEE 162/2018 E INDICAÇÃO CEE 169/2018: DEBATENDO OS FUNDAMENTOS LEGAIS DO ENSINO TÉCNICO PAULISTA
2.4.19) O CONTEXTO DA ESCOLARIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL A PARTIR DE 1990: UMA PROPOSTA DE MUDANÇA
2.4.20) O ENSINO NO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO E SUA IMPORTÂNCIA NA REINSERÇÃO SOCIAL
2.4.21) O JOGO FLASHCARD QUÍMICO NO ESTUDO DE QUÍMICA DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.4.22) O PROFESSOR EM BUSCA DO SABER NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EJA
2.4.23) O PROJETO VÉSPER NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EM RIO CLARO-SP
2.4.24) OS CAMINHOS DE UMA EXPERIÊNCIA EM GUARULHOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: O PAS
2.4.25) PRáTICAS PEDAGóGICAS NA EJA E A UTILIZAçãO DO MATERIAL DIDáTICO E-BOOK: DA UNIVERSIDADE A ESCOLA
2.4.26) PROPOSTA E PERCEPÇÕES DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UM ESTUDO DE CASO
2.4.27) VOZES E PERCEPÇÕES DE MULHERES EDUCANDAS DA EJA: EM FOCO LEITURA, ESCRITA E CIDADANIA
2.5) EIXO Eixo 5 - Políticas e Práticas no Ensino Superior
2.5.1) A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PERU E BRASIL: APROXIMAÇÕES E DIFERENÇAS
2.5.2) A CRIATIVIDADE E AS POTENCIALIDADES DA PRÁTICA NA FORMAÇÂO DE PROFESSORES - O FAZER ARTÍSTICO
2.5.3) A DISCIPLINA DE INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA NAVAL NA FORMAÇÃO SUPERIOR DA MARINHA: CAMINHOS INICIAIS
2.5.4) A DISCIPLINARIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO SUPERIOR: AS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA NA UNESP
2.5.5) A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR FEDERAL: ATORES E DEBATE POLÍTICO
2.5.6) A IMPORTÂNCIA DE COTAS RACIAIS UNIVERSITÁRIAS NO CONTEXTO BRASILEIRO
2.5.7) A ORDEM DA UNIVERSIDADE: COMO (CON) FORMAMOS NOSSO REGIME DE VERDADE?
2.5.8) A PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL A PARTIR DO MODELO CAPES DE AVALIAÇÃO
2.5.9) AFETIVIDADE:CONTRIBUIÇÕES DA PSICANÁLISE COM A EDUCAÇÃO
2.5.10) ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NO ENSINO SUPERIOR: UM LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO
2.5.11) ARTIGOS CIENTÍFICOS INTERNACIONAIS SOBRE ENSINO SUPERIOR, ACIDENTE BIOLÓGICO E INFECÇÃO HOSPITALAR
2.5.12) AS CONCEPçõES DA COMUNIDADE ACADêMICA PARA A REFORMA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EM 1968
2.5.13) AVALIAçãO DA EDUCAçãO SUPERIOR: UMA EXPERIêNCIA COM O MODELO EMANCIPATóRIO NA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE INDAIATUBA
2.5.14) CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA E POLÍTICA DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU NO BRASIL
2.5.15) DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: O QUE DIZEM AS PRODUçõES DA BASE SCIELO SOBRE O ENSINO SUPERIOR
2.5.16) ENSINO JURÍDICO, AUTONOMIA E COMPETÊNCIA
2.5.17) ESTRESSE, QUALIDADE DE VIDA E O COTIDIANO UNIVERSITÁRIO: PERCEPÇÕES E VIVÊNCIAS NO INÍCIO DA VIDA ACADÊMICA
2.5.18) FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO HISTORIOGRÁFICO SOBRE NOMENCLATURAS DOS CURSOS NAS DÉCADAS DE 1960 E 1970
2.5.19) FORMAÇÃO DE SURDOS PARA O ENSINO DA LÍNGUA DE SINAIS NO ENSINO SUPERIOR: ÊNFASE NO PLANEJAMENTO
2.5.20) GALLERY WALK: O USO DA APRENDIZAGEM COLABORATIVA NO ENSINO DE BIOQUÍMICA
2.5.21) HEINRICH RHEINBOLDT E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES SECUNDÁRIOS DE QUÍMICA NA FFCL
2.5.22) HISTÓRIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DA UNESP - CÂMPUS DE ILHA SOLTEIRA
2.5.23) IMPACTO DE DISCIPLINAS ACADÊMICAS VOLTADAS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU
2.5.24) INOVAÇÕES NO ENSINO SUPERIOR: A FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS
2.5.25) LABORATÓRIO DE EDUAÇÃO INCLUSIVA NA LICENCIATURA EM FÍSICA: PRÁTICAS DIDÁTICAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO PERFIL INCLUSIVO
2.5.26) METODOLOGIA DE PROJETOS APLICADA AO ENSINO DE ESTATÍSTICA
2.5.27) MODELO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL- MODAV
2.5.28) O ACERVO PESSOAL DO PROFESSOR RUY MADSEN BARBOSA COMO FONTE PARA A PESQUISA EDUCACIONAL
2.5.29) O ESTADO DO CONHECIMENTO COMO MÉTODO NO DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS A RESPEITO DA SUPERVISÃO DE ENSINO
2.5.30) O FESTEJO DAS SANTAS ALMAS BENDITAS NA COMUNIDADE QUILOMBOLA MORRO SÃO JOÃO EM SANTA ROSA DO TOCANTINS - TO
2.5.31) O NÚCLEO DE APOIO AO ESTUDANTE COMO POLÍTICA INSTITUCIONAL NO ATENDIMENTO AOS ESTUDANTES DO CURSO DE MEDICINA
2.5.32) O PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NO IFSP-CÂMPUS BIRIGUI: UMA ANÁLISE DO PÚBLICO-ALVO NÃO REVELADO
2.5.33) PERMANÊNCIA E CONCLUSÃO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: A FORMA DE INGRESSO É DETERMINANTE PARA A EVASÃO?
2.5.34) PROPOSTA DE PLANO DE AULA UTILIZANDO METODOLOGIAS ATIVAS
2.5.35) REESTRUTURAÇÃO E EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL - DEMOCRATIZAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO
2.5.36) RELAÇÕES HIERARQUICAS NA CONTITUIÇÃO DO CURÍCULO DE FORMAÇÃO INICIAL
2.5.37) SIMULAÇÕES DE ENSINO EM UM CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COMO PROPOSTA PARA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR
2.5.38) TOUR HISTóRICO CULTURAL: AS POSSIBILIDADES EDUCACIONAIS
2.5.39) UM PERCURSO PARA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA UTILIZANDO O EIGHT NO CURSO DE PEDAGOGIA
2.5.40) UMA ANÁLISE DAS TESES PRODUZIDAS NO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO PARA A CIÊNCIA
2.5.41) USO DO QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE HABILIDADES SOCIAIS, COMPORTAMENTOS E CONTEXTOS PARA UNIVERSITÁRIOS (QHC-UNIVERSITÁRIOS)
2.6) EIXO Eixo 6 - Políticas e Práticas na Educação Especial
2.6.1) A DEFICIÊNCIA A PARTIR DO OLHAR DAS CRIANÇAS DO PROJETO DE EXTENSÃO CAPOEIRA INCLUSIVA: GINGANDO E SUPERANDO
2.6.2) A EDUCAÇÃO DE SURDOS NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
2.6.3) A EDUCAÇÃO DE SURDOS NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
2.6.4) A EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO: O ALICERCE DE UMA SOCIEDADE MENOS EXCLUDENTE
2.6.5) A FORMAÇÃO PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS CURSOS DE LICENCIATURA DO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA
2.6.6) A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE ALUNOS SURDOS
2.6.7) A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA
2.6.8) A PROPOSTA DE ATUALIZAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA INCLUSIVA EM RELAÇÃO À INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR
2.6.9) ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO ESCOLAR PARA PARTICIPAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
2.6.10) ADAPTAçãO CURRICULAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM SíNDROME DE DOWN: CONCEPçãO E ATUAçãO DOS PROFESSORES
2.6.11) ALTAS HABILIDADE/SUPERDOTAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: LEVANTAMENTO DAS PRODUÇÕES BRASILEIRAS EM BANCOS DE DADOS
2.6.12) ALTAS HABILIDADES OU SUPERDOTAÇÃO E SEXISMO: MITO OU REALIDADE?
2.6.13) ALTAS HABILIDADES/ SUPERDOTAÇÃO NA CLASSE COMUM: PRÁTICAS DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR
2.6.14) ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO MUSICAL: CARACTERÍSTICAS E DESAFIOS EDUCACIONAIS
2.6.15) ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO: EVOLUÇÃO DE MATRÍCULAS E INVISIBILIDADE EM ÂMBITO EDUCACIONAL PAULISTA E NACIONAL
2.6.16) ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO: EXPERIÊNCIA DE MONITORIA ENTRE ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA
2.6.17) ALUNOS COM AUTISMO E O ENSINO DE CIÊNCIAS: ESTADO DA ARTE
2.6.18) ALUNOS COM SUPERDOTAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: UMA PERSPECTIVA ACERCA DO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO [COM ÊNFASE EM MATEMÁTICA].
2.6.19) ARTE, COMUNIÇÃO E INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS, UMA POSSIBILIDADE DE REFLEXÃO
2.6.20) ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO EXTRACURRICULAR VIVENCIADAS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
2.6.21) ATUAÇÃO DE PROFESSORAS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: POLÍTICAS E PRÁTICAS EDUCATIVAS
2.6.22) CARTOGRAFIA TÁTIL, EDUCAÇÃO E LAZER: DIALÓGOS POSSÍVEIS
2.6.23) CENSO ESCOLAR E O REGISTRO DO ESTUDANTE COM TRAÇOS DE ALTAS HABILIDADES OU SUPERDOTAÇÃO
2.6.24) COMPARAÇÃO DE EFEITOS DE TREINOS DE RESPOSTAS RECEPTIVAS E EXPRESSIVAS EM CRIANÇAS COM TEA
2.6.25) COMPILAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DE DADOS DE PUBLICAÇÕES SOBRE A INCLUSÃO E A PERCEPÇÃO DOCENTE E DISCENTE
2.6.26) COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA: BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DE UM RECURSO COM UM ALUNO AUTISTA
2.6.27) CONCEPÇÕES E SENTIMENTOS DOS PROFESSORES QUE ATUAM COM ALUNOS PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
2.6.28) CONTEXTO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: DA EXCLUSÃO PARA A INCLUSÃO ESCOLAR
2.6.29) CONTRIBUIÇÕES DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO EXTRACURRICULAR NO DESEMPENHO COGNITIVO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
2.6.30) CRENÇAS E ATITUDES SOCIAIS DOS PROFESSORES E EQUIPE ESCOLAR EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR
2.6.31) DEFICIENTES VISUAIS E A CARTOGRAFIA NO ENSINO DE GEOGRAFIA
2.6.32) DESAFIOS E POSSIBILIDADE DA FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO ESPECIAL
2.6.33) É INTELIGENTE, MAS... PERSPECTIVAS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA AS ALTAS HABILIDADES/ SUPERDOTAÇÃO
2.6.34) EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL E EM MOÇAMBIQUE: ASPECTOS GERAIS
2.6.35) EDUCAÇÃO INCLUSIVA UM OLHAR SOBRE A ESCOLA
2.6.36) ELABORAÇÃO DE UM LIVRO INFANTIL COMO APOIO À INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM TEA
2.6.37) ENSINO DE SENTENÇAS PARA USUÁRIOS DE IMPLANTE COCLEAR: UMA REVISÃO DE LITERATURA
2.6.38) ENSINOS DO PROGRAMA LER E ESCREVER EM PEQUENOS PASSOS EM UMA ADULTA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
2.6.39) ESTUDANTES SUPERDOTADOS MATRICULADOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: DADOS CENSITÁRIOS E AS CONTRIBUIÇÕES DA UNIVERSIDADE
2.6.40) ESTUDANTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO EM CIDADES PERTENCENTES À DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO-SÃO CARLOS
2.6.41) EXPERIÊNCIAS BEM-SUCEDIDAS EM FAVOR DO PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE PESSOAS COM TEA
2.6.42) GESTÃO ESCOLAR E INCLUSÃO: UMA ANÁLISE DOCUMENTAL COLABORATIVA E FORMATIVA
2.6.43) GLOBO TERRESTRE E SISTEMA DE COORDENADAS: EXPERIÊNCIA COM A CARTOGRAFIA TÁTIL
2.6.44) LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES SURDOS
2.6.45) MATRÍCULAS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ENSINO SUPERIOR: ANÁLISE A PARTIR DE SINOPSES ESTATÍSTICAS
2.6.46) O CUIDADOR ESCOLAR NA ESCOLA INCLUSIVA
2.6.47) O ENSINO DE ARTES COMO INSTRUMENTO MOTIVADOR DA APRENDIZAGEM PARA ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES
2.6.48) O IMPACTO DA POLÍTICA DE INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA FAMÍLIA
2.6.49) O LEGADO DE LETA HOLLINGWORTH PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL: TÓPICOS SOBRE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
2.6.50) O LÚDICO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
2.6.51) O PAPEL DA LÍNGUA DE SINAIS NA INCLUSÃO EDUCACIONAL: NARRATIVA DE UMA ESTUDANTE SURDA SOBRE O SEU PERCURSO ESCOLAR E ACADÊMICO NA FRANÇA
2.6.52) O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PSICOEDUCACIONAL E ORIENTAÇÃO EM INDIVÍDUOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
2.6.53) O PROFISSIONAL DE APOIO ESCOLAR E A REALIDADE DE UM MUNICÍPIO NO INTERIOR PAULISTA
2.6.54) PERSPECTIVAS DE GRADUANDOS/AS DA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA ATUAÇÃO COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
2.6.55) PLANO DE ENSINO INDIVIDUALIZADO NA INCLUSÃO ESCOLAR: ANALISANDO CONHECIMENTO DE PROFESSORES
2.6.56) POLÍTICA DE COTAS E MATRÍCULA DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
2.6.57) POLÍTICA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA INCLUSIVA NO MUNICÍPIO DE GUARULHOS - SP: ENTRE AS AÇÕES PRESCRITAS E O CONTEXTO ESCOLAR
2.6.58) POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE ALUNOS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
2.6.59) POLíTICAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS E FORMAçãO DO PROFESSOR: ANáLISE DE DISCURSO DE PROFESSORES EM SANTO ANDRé-SP
2.6.60) PRÁTICA PEDAGÓGICA E O ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA HABILIDADE DE LEITURA E ESCRITA
2.6.61) QUANDO SE TEM DIREITOS: O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM UMA ESCOLA DO CAMPO
2.6.62) RECURSOS DIDÁTICOS PARA UM ALUNO COM TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA POR MEIO DE UMA VISÃO SISTÊMICA
2.6.63) SALA DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL: LIBRAS NO CONTEXTO DO ENSINO TECNOLÓGICO
2.6.64) TEMÁTICAS MAIS FREQUENTES E QUALIDADE DE REVISÕES SISTEMÁTICAS NA PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.
2.6.65) TRABALHO COM PROJETOS E ABORDAGEM CCS: CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS
2.6.66) TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: PANORAMA DAS PRODUçõES NACIONAIS
2.6.67) UM LEVANTAMENTO DE PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL
2.6.68) UMA ANÁLISE DO DESENVOLVIMENTO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL EM FEIRAS DE CIÊNCIAS
2.6.69) VIABILIDADE DA ADAPTAÇÃO CURRICULAR EM SISTEMA EDUCACIONAL INCLUSIVO COMO POLÍTICA PÚBLICA
2.7) EIXO Eixo 7 - Políticas e Práticas de TDIC na Educação
2.7.1) USO DA TECNOLOGIA DIGITAL EM AULAS DE ALEMÃO
2.7.2) A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E AS TECNOLOGIAS DIGITAIS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: ANÁLISE CRÍTICA
2.7.3) A CONSTRUçãO DE UM AVA E AS PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES SOBRE A TECNOLOGIA E SEUS IMPACTOS NA SOCIEDADE
2.7.4) A FORMAçãO DE PROFESSORES EM EDUCAçãO AMBIENTAL POR MEIO DA EDUCAçãO A DISTâNCIA (EAD)
2.7.5) A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS E ENSINO HÍBRIDO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
2.7.6) A TRANSPOSIçãO DE MíDIAS COMO RECURSO PARA A REVISÃO TEXTUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL I
2.7.7) A TUTORIA VIRTUAL COMO PROCESSO FORMATIVO EM UM CURSO DE PEDAGOGIA EAD
2.7.8) A USABILIDADE DE EXPERIMENTOS REMOTOS NO ENSINO DE CIêNCIAS E BIOLOGIA
2.7.9) ANALISANDO BUSCADORES DE PESQUISAS CIENTÍFICAS: CONTRIBUIÇÕES A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES
2.7.10) APLICATIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTAS MEDIADORAS DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
2.7.11) AS TECNOLOGIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL E AS COMPETÊNCIAS DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: POSSÍVEIS INTEGRAÇÕES?
2.7.12) BLOG E HEUTAGOGIA DOCENTE: NOS CAMINHOS DA CIDADANIA DIGITAL?
2.7.13) CINEMA E ESCOLA NA PERSPECTIVA DA LEI 13.006/2014
2.7.14) CONCEPÇÃO DE ALUNOS SOBRE O USO DE RECURSOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE MOVIMENTOS DA TERRA NO CONTEXTO DO "PROJETO CARONTE"
2.7.15) CONHECENDO A SALA DE AULA INVERTIDA A PARTIR DE UM INFOGRáFICO INTERATIVO
2.7.16) CURSO ESPECIAL DE METODOLOGIA DIDÁTICA A DISTÂNCIA: AMBIENTE DE FORMAÇÃO CONTINUADADA MARINHA DO BRASIL
2.7.17) EDUCAçãO E TECNOLOGIAS DIGITAIS DA INFORMAçãO E COMUNICAçãO: REFLEXõES CRíTICAS
2.7.18) EXPERIÊNCIAS E EXPECTATIVAS DOCENTES QUANTO AO USO DO MOBILE EM SALA DE AULA
2.7.19) EXPERIMENTAÇÃO AUDIOVISUAL: OFICINAS DE CINEMA E FOTOGRAFIA COMO DISPOSITIVOS FORMATIVOS NA ESCOLA
2.7.20) HISTÓRIA EM JOGO: ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PARA O USO DE UM GAME NO ENSINO DE HISTÓRIA PARA O 4o ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.7.21) INFANTASY: INTEGRAÇÃO ENTRE LITERATURA INFANTIL, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA
2.7.22) INTEGRAÇÃO DAS TIC À EDUCAÇÃO ESCOLAR E O FENÔMENO CONHECIDO COMO "RESISTÊNCIA"
2.7.23) METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO: UM ESTUDO DA UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP COMO FERRAMENTA DE ENSINO HÍBRIDO
2.7.24) NARRATIVAS DIGITAIS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DO CURSO DE PEDAGOGIA
2.7.25) O DESENVOLVIMENTO DAS CAPACIDADES HUMANAS NO ATO DE LER TEXTOS LITERáRIOS EM TABLETE E A MEDIATIZAçãO
2.7.26) O ENSINO DE ASTRONOMIA NO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS E A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS: UMA BUSCA POR UMA ENSINO CIENTÍFICO, CRÍTICO E TRANSFORMADOR
2.7.27) O PAPEL DO MOBILE DIGITAL NA EDUCAÇÃO SUPERIOR - PERSPECTIVAS DOS DISCENTES
2.7.28) O USO DE RECURSOS DIGITAIS COM INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA EM SALA DE AULA: NOVAS POSSIBILIDADES DE APRENDER E ENSINAR NO SÉCULO XXI
2.7.29) OS JOGOS ELETRÔNICOS COMO RECURSO DE APOIO A APRENDIZAGEM
2.7.30) PENSAMENTO COMPUTACIONAL E PRODUÇÃO AUDIOVISUAL COMO EXPERIÊNCIAS MATEMÁTICAS ESTÉTICAS
2.7.31) PERSPECTIVAS SOBRE COMPETÊNCIAS TECNOLÓGICAS DOCENTES NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
2.7.32) PIBID PEDAGOGIA EAD: UM ESTUDO SOBRE AS POTENCIALIDADES DOS REGISTROS DOS BOLSISTAS EM UMA ESCOLA PARCEIRA
2.7.33) PRÁTICAS DE METODOLOGIAS ATIVAS PARA COMPREENSÃO DA MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL I
2.7.34) PRODUÇÃO CIENTÍFICA E NECESSIDADES DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ATIVIDADES LIGADAS A GRUPO DE PESQUISA
2.7.35) PROFESSORAS INICIANTES EM UM PROGRAMA HÍBRIDO DE MENTORIA: EXPECTATIVAS E REPERCUSSÕES NA PRÁTICA DOCENTE
2.7.36) PROPOSTA DE VIDEOAULAS COMO ORGANIZADORES PRÉVIOS PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE INGLÊS NA EJA
2.7.37) REFLETINDO SOBRE O PAPEL DAS TDIC PARA A ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇA COM DI NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
2.7.38) SABERES DOCENTES ACERCA DO USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS: ANÁLISE SISTEMÁTICA DE PESQUISAS PUBLICADAS ENTRE 2013 - 2018
2.7.39) SALA DE AULA INVERTIDA NO ENSINO DE QUÍMICA LIMITES E POSSIBILIDADES NA EDUCAÇÃO BÁSICA
2.7.40) UMA NOVA FORMA DE APRENDER HISTÓRIA: AS VISITAS VIRTUAIS
2.7.41) USO DAS TDIC PARA PRODUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DIGITAIS POR PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.8) EIXO Eixo 8 - Educação, Desenvolvimento e Aprendizagem
2.8.1) GLOBALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO PARA CIDADANIA GLOBAL
2.8.2) A TEORIA DO CAPITAL HUMANO E AS POSSIBILIDADES DE SUA RELEITURA NA EDUCAÇÃO EM FINAIS DO SÉCULO XX
2.8.3) NEUROCIÊNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA BREVE LEITURA SOBRE A RELAÇÃO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E A NEUROCIÊNCIA
2.8.4) A ADESãO DE VALORES MORAIS EM ADOLESCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL II
2.8.5) A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE DOCUMENTAL A PARTIR DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
2.8.6) A EDUCAçãO DO CORPO EM MOVIMENTO
2.8.7) A EMOÇÃO E AFETIVIDADE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O QUE UM CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO NOS DIZ SOBRE ISSO?
2.8.8) A FEIRA DE CIÊNCIAS COMO FERRAMENTA DE AMPLIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS DE FÍSICA
2.8.9) A IMPORTÂNCIA DO RELACIONAMENTO ENTRE PAIS, FILHOS E ESCOLA PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM
2.8.10) A IMPORTÂNCIA DO SENTIDO PARA O ATO DE LER
2.8.11) A INCLUSÃO ESCOLAR VISTA AOS OLHOS DO PPP DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE BAURU
2.8.12) A PERCEPÇÃO DE ALUNOS E PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL II SOBRE (DES)RESPEITO NA ESCOLA
2.8.13) A PERMANÊNCIA DA MENORIDADE: REPRODUÇÃO DE PADRÕES PRODUZIDOS PELO NEOLIBERALISMO NA EDUCAÇÃO
2.8.14) A PRODUÇÃO DE SITES NA FORMAÇÃO DISCENTE: ESTUDO DE CASO
2.8.15) A PROFESSORA DA ESCOLA MATERNAL: PARTICULARIDADES E RELEVâNCIA DE SEU TRABALHO
2.8.16) A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO PÚBLICA EM QUESTÃO
2.8.17) A UTILIZAÇÃO DE JOGOS EDUCACIONAIS DIGITAIS PARA O ENSINO DE ALGORITMOS PARA ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
2.8.18) A VALORIZAÇÃO DO OLHAR PERCEPTIVO NA ESCOLA DO MEIO AMBIENTE, BOTUCATU/SP
2.8.19) A VELOCIDADE E LEGIBILIDADE DA ESCRITA MANUAL DE DISLéXICOS EM UMA TAREFA DE PRODUçãO TEXTUAL
2.8.20) áBACOS PARA ALéM DAS CONTAS
2.8.21) AMOSTRA DO LÉXICO MAIS FREQUENTE DA ÁREA DE EDUCAÇÃO A PARTIR DE ARTIGOS JORNALÍSTICOS
2.8.22) ANÁLISE DAS INTERPRETAÇÕES DOS VISITANTES SOBRE AS ÁRVORES FILOGENÉTICAS DA EXPOSIÇÃO DO MUSEU DE ZOOLOGIA DA USP
2.8.23) ANÁLISE DO DISCURSO DE PEQUENOS TRECHOS DO FILME OSMOSE JONES - UMA AVENTURA RADICAL PELO CORPO HUMANO (2001)
2.8.24) ANÍSIO TEIXEIRA E A APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS: UMA ANÁLISE DO LIVRO EDUCAÇÃO E O MUNDO MODERNO
2.8.25) APEGO: IMPORTANTE ELEMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SAUDÁVEL DE BEBÊS E CRIANÇAS PEQUENAS
2.8.26) ARGUMENTAÇÕES COM MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO SENSO CRÍTICO DO EDUCANDO
2.8.27) ATIVIDADE DE ESTUDO: UMA SíNTESE à LUZ DA PSICOLOGIA HISTóRICO-CULTURAL
2.8.28) AULA DE MÚSICA: A METODOLOGIA ATIVA COMO PRÁTICA INERENTE AO TRABALHO DOCENTE
2.8.29) AVALIAçãO DE INDICADORES DE ESTRESSE DE PROFESSORAS DA REDE PúBLICA DE ENSINO
2.8.30) AVALIAçãO FORMATIVA EM PERIóDICOS DA áREA DE EDUCAçãO MATEMáTICA NA EDUCAçãO BáSICA: UM RECORTE DE 2014 A 2018
2.8.31) CICLO DE AÇÕES NA CRIAÇÃO DE HIPERTEXTO: ARTICULANDO PIRACEMA COM O ESTUDO DA NUTRIÇÃO
2.8.32) COMPETÊNCIAS MUSICAIS INFANTIS: UM OLHAR PARA AS CRIANÇAS DE TRÊS E QUATRO ANOS DE IDADE
2.8.33) COMPREENDENDO OS BAIXOS DESEMPENHOS QUANTITATIVOS FACE AO APRENDIZADO DA QUÍMICA NA PERSPECTIVA DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO EM VIÇOSA-MG
2.8.34) CONCEPÇÕES DE ALUNOS E PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL II SOBRE REGRAS ESCOLARES
2.8.35) CONCEPÇÕES DE CUIDADO PARA INDIVÍDUOS COM TEA: POSSIBILIDADES A PARTIR DA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL
2.8.36) CONCEPÇÕES SOBRE A INTELIGÊNCIA HUMANA MANIFESTADA NO COTIDIANO ESCOLAR
2.8.37) CONSTRUÇÃO E USO DO BLOG DA DENGUE E DEMAIS DOENÇAS EPIDÊMICAS
2.8.38) CONTRIBUIÇÕES DO LETRAMENTO PARA A FORMAÇÃO INTEGRAL DO SER HUMANO
2.8.39) CORPO, ESCOLA E EDUCAçãO FíSICA
2.8.40) CORRELAÇÕES ENTRE AS ATITUDES DOS ALUNOS DO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO DIANTE DA GEOMETRIA E A APRENDIZAGEM
2.8.41) DEPRESSÃO E CONSUMO DE ÁLCOOL ENTRE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
2.8.42) DESENVOLVENDO A COMPETÊNCIA ARGUMENTATIVA EM SALA DE AULA DE GEOMETRIA
2.8.43) DESENVOLVIMENTO INFANTIL E INFÂNCIA NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL
2.8.44) DIFICULDADE OU TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM: DIFERENCIANDO E COMPREENDENDO
2.8.45) EDUC(AçãO): O PAPEL REFLEXIVO DOCENTE NO PROJETO CURUMIM
2.8.46) EDUCAçãO EM SAúDE: DESENVOLVIMENTO DE REPERTóRIOS NA PROMOçãO DE SAúDE BUCAL NA PRIMEIRA INFâNCIA
2.8.47) EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: TEMAS E CONCEITOS
2.8.48) EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: TEMAS E CONCEITOS
2.8.49) EDUCAÇÃO PARA QUÊ?: REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DO HUMANO NO CONTEXTO DA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO
2.8.50) ESCOLAS CRIATIVAS: CONSTRUINDO O INDIVíDUO DO SÉCULO XXI
2.8.51) ESTRUTURA FÍSICA DA BIBLIOTECA ESCOLAR E SUA FUNÇÃO MEDIADORA DE LEITURA
2.8.52) ESTUDO DO PERFIL MOTIVACIONAL PARA APRENDIZAGEM DE MATEMáTICA E CIêNCIAS, COM APLICAçãO DE METODOLOGIA ATIVA EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS INICIAIS
2.8.53) ESTUDO SOBRE A APLICAçãO PRáTICA DOS PRINCíPIOS DA EDUCAçãO INCLUSIVA EM UMA INSTITUIçãO DE ENSINO
2.8.54) FILOSOBOL E OS SABERES ESCOLARES NA PERSPECTIVA DA PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA
2.8.55) HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA EM MATERIAL DIDÁTICO: UMA ANÁLISE DE TRABALHOS APRESENTADOS NO ENPEC (VII-XI)
2.8.56) HONESTIDADE: UM VALOR MORAL A SER CONSTRUíDO E APRENDIDO NA ESCOLA
2.8.57) ÍCONE E SÍMBOLO: A SEMIÓTICA PEIRCEANA NA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
2.8.58) IMPACTOS DO CAPITALISMO E DO INDIVIDUALISMO NO ALUNO MODERNO: O ENFRAQUECIMENTO DO DIREITO à EDUCAçãO.
2.8.59) INDICADOR EDUCACIONAL DO TIPO GINI
2.8.60) ÍNDICES DA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA E PERFIL DOS PROFESSORES: RELAÇÕES INDISSOCIÁVEIS
2.8.61) INDÚSTRIA CULTURAL, SOCIEDADE INDUSTRIAL DESENVOLVIDA E EDUCAÇÃO PARA A AUTONOMIA
2.8.62) INOVAÇÃO EDUCACIONAL: CAMINHOS E PERSPECTIVAS
2.8.63) INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR ENTRE SAÚDE E EDUCAÇÃO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
2.8.64) JUVENTUDE: APRIMORAMENTO DAS FUNÇÕES EXECUTIVAS RELACIONADA A INSERÇÃO DO JOVEM NO MUNDO DO TRABALHO
2.8.65) LETRAMENTO ESTATÍSTICO: O PROFESSOR EM FOCO
2.8.66) LITERATURA INFANTIL: COMO OCORRE O PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DA LEITURA LITERÁRIA PELA CRIANÇA DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.8.67) LIVRO-JOGO: UM ATALHO À SÍNTESE EM AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DE ENSINO FUNDAMENTAL II
2.8.68) MAPEAMENTO DE PESQUISAS SOBRE O LETRAMENTO PROBABILÍSTICO
2.8.69) MODELAGEM MATEMÁTICA: UMA ALTERNATIVA METODOLÓGICA PARA O ENSINO DE GEOMETRIA NO 6°ANO
2.8.70) MOTIVAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO SER HUMANO: IMPORTÂNCIA DA CRIATIVIDADE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR DESENVOLVENTE
2.8.71) MOTIVAÇÃO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DE QUÍMICA: SATISFAÇÃO EM ENSINAR LEVA AO INTERESSE EM APRENDER?
2.8.72) MOVIMENTO EM UMA SALA DE REFERÊNCIA DA PRÉ-ESCOLA
2.8.73) NEUROCIÊNCIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA
2.8.74) NEW MATH: O LÚDICO NO LIMITE DO CÁLCULO
2.8.75) O ALUNO-PERITO: O PAPEL DA FÍSICA FORENSE NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
2.8.76) O CORPO VIVIDO E O CORPO SENTIDO: DANçANDO COM OS PéS
2.8.77) O DESAFIO DAS METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO EM SAÚDE: RELATOS DE PROFESSORES
2.8.78) O INÍCIO DAS PRÁTICAS DE CÉLESTIN FREINET - A AULA-PASSEIO COMO UM RECURSO DIDÁTICO
2.8.79) O MÉTODO RECEPCIONAL E O DIALOGISMO NA FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.8.80) PERFIL ATENCIONAL DOS ESCOLARES DE RISCO PARA PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM
2.8.81) PERFIL DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA NACIONAL ACERCA DO ATENDIMENTO ESCOLAR HOSPITALAR PARA ALUNOS EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO
2.8.82) POR UMA EDUCAÇÃO MAIS LIBERTADORA E O EXEMPLO DA ESCOLA DA PONTE
2.8.83) POSSIBILIDADES DE CORTÁZAR EM SALA DE AULA: UM ESTUDO DE CASO SOBRE INTERDISCIPLINARIDADE ENTRE LITERATURA E FILOSOFIA
2.8.84) PROFESSOR ESPECIALISTA, AFETIVIDADE, TENSÕES E SENTIDOS: INTERGRANDO PESQUISAS
2.8.85) QUADRO TEÓRICO-METODOLÓGICO DO ESTUDO DO DESENVOLVIMENTO DAS FORMAS SUPERIORES DE CONDUTA
2.8.86) REPRESENTAÇÕES DE ADOLESCÊNCIA NA MÍDIA: ANÁLISE DA SÉRIE BIG MOUTH COMO RECURSO PEDAGÓGICO
2.8.87) RESGATE DE CONHECIMENTOS: ELABORAçãO E VIVêNCIA DE JARDIM DIDáTICO DE PANC (PLANTAS ALIMENTíCIAS NãO CONVENCIONAIS)
2.8.88) SAÚDE MENTAL NO ENSINO SUPERIOR: RELATO DE UNIVERSITÁRIOS
2.8.89) TESTES DE PERSONALIDADE E SUA CONTRIBUIçãO NA SALA DE AULA E NAS ATIVIDADES DE CULTURA E EXTENSãO PARA APOIAR O ENSINO E APRENDIZAGEM EM ENGENHARIA: UM RELATO DE CASO
2.8.90) TEXTOS SOBRE EDUCAÇÃO NOS JORNAIS (1928-1930)
2.8.91) TRABALHANDO AS CONDUTAS SEXUAIS DE JOVENS EM UMA ESCOLA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
2.8.92) TRANSTORNO DE DéFICIT DE ATENçãO E HIPERATIVIDADE (TDAH) A IMPORTâNCIA DO DIAGNOSTICO E DA ATUAçãO DA COMUNIDADE ESCOLAR.
2.8.93) TRILHAS EDUCATIVAS PARA ESTUDO, OBSERVAÇÃO E FORMAÇÃO DE EDUCADORES AMBIENTAIS
2.8.94) UCAçãO, SAúDE E TRABALHO: IDENTIFICAçãO DO PADRãO DO USO DO áLCOOL EM TRABALHADORES PARA POSTERIOR PREVENçãO
2.8.95) UM ESTUDO SOBRE AS RELAÇÕES PARENTAIS E A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS
2.8.96) UM MAPEAMENTO DAS PESQUISAS ACADÊMICAS SOBRE A CLASSE HOSPITALAR E O ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR NO CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO (CBE)
2.8.97) UMA AULA DE BIOLOGIA COM ENFOQUE INTERDISCIPLINAR, PARA ALUNOS DO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO
2.8.98) UTILIZAçãO DE "MINI LESSONS" COMO FERRAMENTA DIDáTICA NO 1º ANO DO ENSINO MéDIO
2.8.99) UTILIZAçãO DO CLASSIFICADOR DE TEMPERAMENTOS E TIPOS DE KEIRSEY NA ORGANIZAçãO, DIAGNóSTICO E PROGNóSTICO DE GRUPOS DE ESTUDANTES DE MEDICINA
2.8.100) VALIDADE E ADAPTAçãO DO PRINCíPIO GERAL DA DIDáTICA MAGNA à LUZ DA FILOSOFIA UNIVéRSICA
2.9) EIXO Eixo 9 - Educação, Interculturalidade e Movimentos Sociais
2.9.1) PEDAGOGIA SOCIAL E A PRÁXIS FENOMENOLÓGICA DA EDUCAÇÃO EM MERLEAU-PONTY
2.9.2) A CRÍTICA FEMINISTA-MARXISTA DE HELEIETH SAFFIOTI PARA A EDUCAÇÃO
2.9.3) A DIVERSIDADE CULTURAL NA CONCEPÇÃO DE DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS
2.9.4) A EDUCAçãO EM DIREITOS HUMANOS COMO POLíTICA PúBLICA NO BRASIL
2.9.5) A GESTÃO ESCOLAR E A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR SEGUNDO UMA ABORDAGEM HOLÍSTICA
2.9.6) A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO DE UMA EDUCAÇÃO HISTÓRICA INTERDISCIPLINAR E INTERCULTURAL
2.9.7) A LEI No 10.639/03 NO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO DA CIDADE DE SÃO PAULO
2.9.8) A LUTA DO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA (MST) POR UMA EDUCAçãO PRóPRIA
2.9.9) A PRIVAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO CUMPRIMENTO DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS DE INTERNAÇÃO
2.9.10) A REPRESENTAÇÃO DE IDENTIDADE SOCIOCULTURAL NA ESCRITA EM STUART HALL E HILDIZINA DIAS
2.9.11) A RÍTMICA DE DALCROZE NA EDUCAÇÃO INFANTIL JAPONESA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
2.9.12) APRENDENDO INTERCULTURALIDADE NA ESCOLA: A PERSPECTIVA DAS CRIANÇAS
2.9.13) APROXIMAçõES ENTRE FOUCAULT E MBEMBE: A BIO/NECRO POLíTICA NO DEVIR SUJEITO DOS QUE NãO IMPORTAM
2.9.14) ARTE E EDUCAÇÃO: AS POSSIBILIDADES DE UMA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL
2.9.15) ARTESANATO EM CERâMICA - ALTERNATIVA DE EDUCAçãO E RETOMADA CULTURAL. (O CASO DOS PATAXó DE PORTO SEGURO - BAHIA)
2.9.16) EDUCAÇÃO DO CAMPO: A REPRESENTATIVIDADE DA MULHER NO MATERIAL DIDÁTICO DO PNLD/CAMPO
2.9.17) EDUCAÇÃO LIBERTADORA DE PAULO FREIRE E A VULNERABILIDADE NA EDUCAÇÃO LÍQUIDA DE ZYGMUNT BAUMAN
2.9.18) EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E A FORMAÇÃO DOS ATORES EDUCACIONAIS EM ILHA SOLTEIRA/SP: REFLEXÕES SOBRE UM CENÁRIO SOCIAL
2.9.19) ETNOMATEMÁTICA E ECONOMIA SOLIDÁRIA NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
2.9.20) ETNOMATEMáTICA, TECNOLOGIA SOCIAL E ECONOMIA SOLIDáRIA NO PROCESSO DE RECICLAGEM DO PAPEL
2.9.21) FORMAÇÃO POLÍTICA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: QUAL O PAPEL DA EDUCAÇÃO FORMAL, NÃO FORMAL E INFORMAL?
2.9.22) GÊNERO E SEXUALIDADE EM PAUTA A PARTIR DA SÉRIE DE MANGÁ JAPONÊS BLACK CLOVER, ADAPTADA EM ANIME: EPISÓDIO 69
2.9.23) INTERCULTURALIDADE E ALTERIDADE: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO DIÁLOGOS DE EDUCADORES
2.9.24) INTERVENÇÃO COM GRUPO DE ADOLESCENTES NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM PARANAÍBA-MS
2.9.25) MATERIAL DIDÁTICO DIGITAL: CONTRIBUIÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS ASSENTADAS
2.9.26) MOVIMENTOS SOCIAIS ESTUDANTIS BRASILEIRO: A BUSCA POR MELHORIAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
2.9.27) NAS BASES DO NOVO: O ENSINO DE COMO FOI E COMO SE FEZ À DESCOBERTA DO NOVO MUNDO
2.9.28) O CORPO-TERRITÓRIO NO CONTEXTO DAS FESTAS RELIGIOSAS POPULARES EM MONTE DO CARMO - TOCANTINS
2.9.29) O CURRÍCULO PAULISTA DE HISTÓRIA E O RECONHECIMENTO DOS OUTROS - OCULTAMENTO, IDENTIDADE E EXCLUSÃO
2.9.30) O RACISMO E SUAS PRáTICAS LEGITIMADORAS NO AMBIENTE ESCOLAR
2.9.31) PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES SOBRE A REPRESENTAÇÃO DO NEGRO NA REVISTA CIÊNCIA HOJE DAS CRIANÇAS
2.9.32) PESQUISA INTERVENÇÃO FORMATIVA EM ESCOLAS DE ASSENTAMENTOS RURAIS: REFLEXÕES DIALÉTICAS E EDUCATIVAS.
2.9.33) PIERRE BOURDIEU E PAULO FREIRE FRENTE ÀS IDEIAS DEFENDIDAS PELO ESCOLA SEM PARTIDO
2.9.34) SAMBA, HISTÓRIA E EDUCAÇÃO: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS, TRADIÇÃO ORAL E CONTRIBUIÇÕES DE MEMÓRIAS DE VELHOS
2.9.35) TELEVISãO, EDUCAçãO INFORMAL E DIREITOS HUMANOS
2.9.36) TRABALHO E EDUCAÇÃO DE JOVENS DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE PALMEIRA/PR
2.9.37) TRABALHO EDUCATIVO NA ESCOLA: A CONSTRUçãO DA CONSCIêNCIA CRíTICA DE ALUNOS ORIUNDOS DE ASSENTAMENTOS RURAIS
2.9.38) UM LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO ACERCA DE PERSPECTIVAS INVESTIGATIVAS SOBRE CURSINHOS POPULARES: A ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS
2.9.39) VIOLêNCIA ESCOLAR: UM PANORAMA DA LITERATUR CIENTÍFICA NACIONAL E INTERNACIONAL
2.10) EIXO Eixo 10 - Formação Docente Inicial e Continuada
2.10.1) A AUTOSCOPIA NA CONSTRUçãO DE REPERTóRIOS PROFISSIONAIS DA DOCêNCIA NO ENSINO DE BIOLOGIA
2.10.2) A CONSTRUÇÃO DO SABER DOCENTE: REFLEXÕES E INDAGAÇÕES
2.10.3) A EDUCAÇÃO INFANTIL EM SOROCABA/SP E A FORMAÇÃO DOCENTE: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES
2.10.4) A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA O USO DAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ANÁLISE DE UMA ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO
2.10.5) A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE INGLÊS DOS ANOS INICIAIS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO
2.10.6) A IDEIA DE PARADIGMA EDUCACIONAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
2.10.7) A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRáTICA PRESENTE NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
2.10.8) A IMPORTÂNCIA DOS SABERES DOCENTES ARTICULADOS COM OS SABERES EM EDUCAÇÃO SEXUAL
2.10.9) A MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA E A ATIVIDADE DE ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.10.10) A ORIGEM DO UNIVERSO NA PERCEPçãO DE PROFESSORES DE CIêNCIAS DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.10.11) A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNESP BAURU: UMA ANÁLISE DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO 2005-2015
2.10.12) A PRÁTICA DOCENTE DO/A PROFESSOR/A DA EDUCAÇÃO BÁSICA E SUA ARTICULAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA COM A FORMAÇÃO INICIAL
2.10.13) A RECIPROCIDADE ENTRE ACADÊMICOS EM FORMAÇÃO INICIAL E PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA: POTENCIALIDADE DO PROJETO DE EXTENSÃO
2.10.14) A RELAÇÃO COM O SABER PROFISSIONAL DO PROFESSOR DE QUÍMICA E AS POSSÍVEIS REPERCUSSÕES NA APRENDIZAGEM DOS ESTUDANTES
2.10.15) A RELAÇÃO TEORIA-PRÁTICA: A CONSTRUÇÃO DE UM CURSO DE FORMAÇÃO PARA AUXILIARES EDUCATIVAS
2.10.16) ANáLISE DO DOMíNIO TEóRICO-PEDAGóGICO DE LICENCIANDOS EM FíSICA EM EXPERIêNCIAS EDUCATIVAS DURANTE O ESTáGIO SUPERVISIONADO
2.10.17) APPS QUE PODEM APOIAR A APRENDIZAGEM DE ALUNOS QUE ESTÃO NO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)
2.10.18) APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA: O QUE FUNDAMENTA A AÇÃO DOCENTE
2.10.19) ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS EM SALA DE AULA: APROXIMAÇÃO ENTRE A LEITURA E A FRUIÇÃO
2.10.20) AS TECNOLOGIAS DIGITAIS E A PRÁTICA DOCENTE: DIFICULDADES E DESAFIOS
2.10.21) ATIVIDADE PARA ALUNOS DE LICENCIATURAS SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA E HABILIDADES SOCIAIS EDUCATIVAS
2.10.22) CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL FORMATIVO DE PROFESSORES QUE DESENVOLVEM PESQUISAS EM UM CLUBE DE CIÊNCIAS
2.10.23) CARACTERIZAÇÃO DOS SUJEITOS DO PROJETO INGRESSOS - UMA PARCERIA INVESTIGATIVA ENTRE UNIFAL-MG (BRASIL) E UMINHO (PORTUGAL)
2.10.24) CARREIRA DOCENTE E EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO NA GRADUAÇÃO
2.10.25) CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO DA REDE PÚBLICA DE ENSINO PAULISTA SOBRE A SEXUALIDADE
2.10.26) CONTRIBUIÇÕES DE UM PROGRAMA DE TUTORIA PARA O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DE PROFESSORES INICIANTES
2.10.27) COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: FORMAçãO CONTINUADA EM MATEMáTICA DE PROFESSORES POLIVALENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.10.28) CYBERBULLYING: SEU CONCEITO E SUA CONSEQUÊNCIA NA FORMAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES
2.10.29) DALTONISMO PEDAGÓGICO
2.10.30) DESAFIOS E IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO SEXUAL E SEXUALIDADE NA ESCOLA E A FORMAÇÃO DE EDUCADORES SEXUAIS
2.10.31) DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE VALIDAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS PARA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA
2.10.32) DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS EM UM CLUBE DE CIÊNCIAS COMO PRINCÍPIO FORMATIVO EM EXPERIMENTAÇÃO INVESTIGATIVA
2.10.33) DESENVOLVIMENTO MORAL DE GRADUANDOS(AS) EM PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA PAULISTA A PARTIR DO DEFINING ISSUES TEST 2 (DIT-2)
2.10.34) DIALOGICIDADE ENTRE SABERES: CONSTRUINDO CAMINHOS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS
2.10.35) DOTAÇÃO E TALENTO: COMPARAÇÃO DAS MODALIDADES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA DE UM PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA
2.10.36) EDUCAçãO INCLUSIVA E FORMAçãO INICIAL DE PROFESSORES
2.10.37) EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO NO ENSINO FUNDAMENTAL: DIMENSÕES METODOLÓGICAS E FORMATIVAS NA ATUAÇÃO DOCENTE
2.10.38) ENSINO DE CIÊNCIAS PARA PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL - UMA EXPERIÊNCIA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
2.10.39) ESTÁGIO SUPERVISONADO EM DOCÊNCIA NOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM ESCOLAS DE TEMPO INTEGRAL
2.10.40) ESTAR EM COLETIVO EM UM PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: FORMAR-SE EM PARCERIA COM O OUTRO
2.10.41) ESTUDANDO UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM ASTRONOMIA COM RELAÇÃO À TEORIA E PRÁTICA
2.10.42) ESTUDO DAS ESTRATéGIAS DIDáTICAS DE LICENCIANDOS EM FíSICA POR MEIO DE UMA ILHA INTERDISCIPLINAR DE RACIONALIDADE
2.10.43) ESTUDO DAS TEMÁTICAS INFÂNCIA, DOCÊNCIA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: UMA PROPOSTA DE FORMAçãO CONTINUADA
2.10.44) EXPECTATIVAS E MOTIVAÇÕES DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR AO INGRESSAR NO MESTRADO PROFISSIONAL
2.10.45) FORMAÇÃO CONTINUADA AUTOINSTRUCIONAL - UMA ANÁLISE BASEADA NA EXPERIÊNCIA DOS TUTORES DE UM CURSO A DISTÂNCIA
2.10.46) FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORAS DA PRÉ-ESCOLA: UM ESTUDO À LUZ DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL
2.10.47) FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS E A TEORIA DA OBJETIVAÇÃO
2.10.48) FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NA OLIMPíADA DE LÍNGUA PORTUGUESA: O QUE DIZ A PRODUÇÃO CIENTÍFICA
2.10.49) FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: O PROCESSO NAS VOZES DE GESTORES E PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
2.10.50) FORMAÇÃO CONTINUADA EM HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO: A COMPREENSÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA
2.10.51) FORMAÇÃO CONTINUADA: LIMITES E POSSIBILIDADES
2.10.52) FORMAçãO DE PROFESSORES E ALTAS HABILIDADES OU SUPERDOTAçãO NO BRASIL: LEVANTAMENTO EM REVISTAS CIENTíFICAS
2.10.53) FORMAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCAÇÃO DE SURDOS: NVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DE TESES E DISSERTAÇÕES
2.10.54) FORMAçãO DE PROFESSORES E EDUCAçãO INCLUSIVA - UM OLHAR PARA OS INDICADORES SOCIAIS
2.10.55) FORMAÇÃO DE PROFESSORES E MOVIMENTOS MOTIVADORES PARA PROFISSIONALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA EM CLUBE DE CIÊNCIAS
2.10.56) FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SEXUALIDADE E GÊNERO: UM CENÁRIO DE UMA REGIÃO DO INTERIOR PAULISTA
2.10.57) FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIVERSITARIOS E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: LEVANTAMENTO DE PRODUÇÕES
2.10.58) FORMAÇÃO DO DOCENTE, UM CONSTANTE APRENDER A APRENDER
2.10.59) FORMAçãO DOCENTE E AVALIAçãO EDUCACIONAL: LACUNAS E PROBLEMATIZAçõES
2.10.60) FORMAÇÃO DOCENTE EM CONTABILIDADE: O QUE SE ENSINA SOBRE A AVALIAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO?
2.10.61) FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL DE PROFESSORES DE JAPONÊS/LE NO CONTEXTO DE UM PROJETO DE EXTENSÃO
2.10.62) FORMAÇÃO DOCENTE: OS ESPAÇOS DE UM INSTITUTO DE EDUCAÇÃO (1953-1975)
2.10.63) FORMAÇÃO DOCENTE: UM DESAFIO PARA AS REDES MUNICIPAIS DE EDUCAçãO
2.10.64) FORMAÇÃO E TRABALHO DO TUTOR ON-LINE: UMA ANÁLISE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO PERÍODO DE 2000-2018
2.10.65) FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: ESTUDO SOBRE TRABALHO INTEGRADO
2.10.66) FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS E INCLUSÃO ESCOLAR
2.10.67) FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA PERSPECTIVA INCLUSIVA: A PERCEPÇÃO DE LICENCIANDOS
2.10.68) FORMAÇÃO INICIAL: A CONCEPÇÃO DO PROFESSOR REFLEXIVO
2.10.69) FÓRUM DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REGIÃO DO ALTO JEQUITINHONHA: FORMAÇÃO E MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA
2.10.70) GÊNERO E SEXUALIDADE NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
2.10.71) IDENTIDADE DOCENTE: TEORIAS SOBRE O DESPERTAR
2.10.72) IMPORTÂNCIA DA ABORDAGEM DA TEMÁTICA DE SEXUALIDADE E DIVERSIDADE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA
2.10.73) INÍCIO DA DOCÊNCIA E PROFESSOR INICIANTE: ESTADO DA ARTE A PARTIR DA ANÁLISE DE PUBLICAÇÕES EM PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIROS
2.10.74) INOVAçãO EDUCACIONAL: REFLEXõES E POSSIBILIDADES
2.10.75) INTERDISCIPLINARIDADE FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO PONTO DE PARTIDA PARA O TRABALHO COLABORATIVO
2.10.76) INVESTIGANDO AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS SOBRE A HISTÓRIA DA CIÊNCIA
2.10.77) LETRAMENTOS EM EDUCAÇÃO HOSPITALAR E A NECESSIDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
2.10.78) LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
2.10.79) METODOLOGIAS ATIVAS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA INTERFACE EM BUSCA DA INOVAÇÃO EM EDUCAÇÃO
2.10.80) NARRATIVAS INFANTIS E FORMAÇÃO DOCENTE: SUBVERSãO OU REPRODUçãO DE ESTEREóTIPOS DE MASCULINIDADE E FEMINILIDADE?
2.10.81) NARRATIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: ESPAÇO DE/PARA DENÚNCIA-ANÚNCIO
2.10.82) O ASSESSORAMENTO PEDAGóGICO E A FORMAçãO DE DOCENTES UNIVERSITáRIOS
2.10.83) O CONCEITO DE PRÁXIS E SUA RELAÇÃO NAS DISCIPLINAS ARTICULADORAS
2.10.84) O DESENVOLVIMENTO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO DOCENTE UNIVERSITÁRIO E A REFLEXÃO DIANTE DE NOVAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS MEDIANTE A FORMAÇÃO CONTINUADA
2.10.85) O ENSINO DE FÍSICA E A DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL - UMA EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA
2.10.86) O ENTENDIMENTO DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA SOBRE A ABORDAGEM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE-CTS NA FORMAÇÃO DOCENTE
2.10.87) O OLHAR DO ALUNO SOBRE A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: DESAFIOS E CONTRIBUIÇÕES
2.10.88) O PACTO NACIONAL DE FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO - PNFEM: DESAFIOS E CONQUISTAS NA FORMAÇÃO DOCENTE
2.10.89) O PAPEL DAS MEDIAÇÕES ACADÊMICAS NA CONSTITUIÇÃO DO CONHECIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE DOS LICENCIANDOS NA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS NO PIBID
2.10.90) O PIBID INTERDISCIPLINAR E SUA MEDIAÇÃO ENTRE O TEÓRICO E O TRABALHO PEDAGÓGICO NA ESCOLA
2.10.91) O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.10.92) O PROFESSOR DA EDUCAçãO INFANTIL
2.10.93) O PROGRAMA FILOSOFIA PARA CRIANÇAS DE MATTHEW LIPMAN E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
2.10.94) O PROGRAMA RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNESP DE BAURU: ANÁLISES E PERSPECTIVAS
2.10.95) O QUE PENSAM FUTUROS PROFESSORES SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA
2.10.96) O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NA VISãO DE PROFESSORES EM PROCESSO DE FORMAçãO
2.10.97) OBJETOS LÚDICOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DOCENTE
2.10.98) OS ENCONTROS DA PRÁTICA DOCENTE NO COTIDIANO ESCOLAR
2.10.99) PERCEPÇÕES DE FUTUROS PROFESSORES DOS ANOS INICIAIS EM RELAÇÃO AO ENSINO DE MATEMÁTICA
2.10.100) PERCURSO HISTÓRICO DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA O COORDENADOR PEDAGÓGICO
2.10.101) PERFIL DO PROFESSOR DE ESPANHOL PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA UFPA-CASTANHAL
2.10.102) POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DOCENTE (2007 - 2017): EM PAUTA O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
2.10.103) POSTURA DE PROFESSORES MESTRANDOS EM COMUNIDADES DE PRÁTICA NA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA
2.10.104) PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO PARA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EM ESCOLAS TÉCNICAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO
2.10.105) PROFESSOR DOS ANOS INICIAIS E POLIVALÊNCIA: REFLEXÕES NA FORMAÇÃO INICIAL
2.10.106) PROGRAMA RESIDêNCIA PEDAGóGICA: UM OLHAR PARA O CURSO DE FORMAçãO DE PRECEPTORES
2.10.107) PROJETAR-SE COMO PROFESSORA: UMA POSSIBILIDADE DURANTE A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA
2.10.108) PROJETO MULTIPLICADORES: FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E AS NEUROCIÊNCIAS EM SALA DE AULA
2.10.109) PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL E FORMAÇÃO DOCENTE CONTINUADA: UM ESTADO DA ARTE DAS PESQUISAS BRASILEIRAS
2.10.110) QUILOMBAGEM NA ESCOLA - DESAFIOS PARA A VALORIZAÇÃO DA CULTURA NEGRA
2.10.111) RACIOCÍNIO HIPOTÉTICO-DEDUTIVO E DISCURSO DOCENTE DURANTE UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
2.10.112) RELAÇÃO ENTRE O COORDENADOR PEDAGÓGICO E O PROFESSOR NO DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA DOCENTE
2.10.113) RESIDêNCIA PEDAGóGICA: REFLEXõES A PARTIR DA EXPERIêNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA DO UNASP/EC
2.10.114) RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: FORMAÇÃO E ENTENDIMENTO DOCENTE
2.10.115) SABERES DOCENTES DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM ESTUDO SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DA FORMAÇÃO CONTINUADA
2.10.116) SEXUALIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM DEBATE NECESSÁRIO
2.10.117) TEORIA E PRÁTICA: POTENCIALIDADES DE UM PROCESSO FORMATIVO
2.10.118) UM OLHAR PARA A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL: ONDE ESTÁ O DIÁLOGO DA EDUCAÇÃO COM A TECNOLOGIA ?
2.10.119) UM OLHAR PARA OS EDITAIS DO PIBID E SUA NOVA CONFIGURAÇÃO EM 2018
2.11) EIXO Eixo 11 - Profissão Docente e compromisso sociopolítico
2.11.1) NEOLIBERALISMO E CAPITAL HUMANO : ENSAIO SOBRE DOIS CONCEITOS DE FOUCAULT PARA PENSAR A AÇÃO DOCENTE
2.11.2) A CARREIRA DO MAGISTéRIO NO MUNICíPIO DE SANTOS (SP): A HIERARQUIZAçãO DAS CATEGORIAS DOCENTES
2.11.3) A CONSTRUÇÃO DA HOMOFOBIA: A INTERRELAçãO ENTRE ESCOLA E FAMíLIA
2.11.4) A ESCOLA SECUNDÁRIA INGLESA APÓS A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E A ATUAÇÃO DE BRIAN SIMON NO CENÁRIO EDUCACIONAL
2.11.5) A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA POLÍTICA EDUCACIONAL
2.11.6) A NOMEAÇÃO E AS PRÁTICAS DO GESTOR ESCOLAR NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO
2.11.7) A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA ACERCA DE DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO NO BRASIL
2.11.8) AS POLÍTICAS DE VALORIZAÇÃO DOCENTE
2.11.9) AS REPRESENTAÇÕES SOBRE O OFÍCIO DOCENTE NA IMPRENSA SINDICAL DA APEOESP (1971-1985)
2.11.10) CONSIDERAçõES SOBRE O MéTODO MATERIALISTA HISTóRICO-DIALéTICO NA PESQUISA EM EDUCAçãO
2.11.11) DA CRIANÇA À PROFESSORA: A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE
2.11.12) É POSSÍVEL A GESTãO DEMOCRáTICA A GESTãO DEMOCRáTICA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE SãO PAULO
2.11.13) EDUCAÇÃO EMANCIPATÓRIA: A RELEVÂNCIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E CRÍTICA
2.11.14) FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ À LUZ DA TEORIA CRÍTICA
2.11.15) FORMAÇÃO DE PROFESSORES: PSICOLOGIA DO RELEXO CRIATIVO E O FENÔMENO MOTIVACIONAL
2.11.16) FORMAÇÃO DOCENTE A PARTIR DO MANUAL DO PROFESSOR NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
2.11.17) GESTÃO PARTICIPATIVA E CONSELHOS ESCOLARES
2.11.18) INFÂNCIA E ESPAÇOS DE BRINCAR PÚBLICOS: UMA DISCUSSÃO NECESSÁRIA SOBRE A VISIBILIDADE DE CRIANÇAS
2.11.19) MAL-ESTAR E AS CONDIÇÕES DE TRABALHO: IMPACTOS NA PROFISSÃO DOCENTE
2.11.20) O INTELECTUAL DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: MEMÓRIAS SOBRE A FORMAÇÃO, POLÍTICO-PEDAGÓGICA E EDUCAÇÃO ESCOLAR
2.11.21) O MAL-ESTAR DOCENTE, A PERCEPçãO DOS PROFESSORES MUNICIPAIS DO MUNICíPIO DE SANTA TERESA/ES
2.11.22) O NEOLIBERALISMO NO BRASIL E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA EDUCAÇÃO PÚBLICA
2.11.23) O PAPEL DO PEDAGOGO EM UMA INSTITUIÇÃO MILITAR: DESAFIOS, LIMITES E POSSIBILIDADES
2.11.24) O SIGNIFICADO DA QUALIDADE NA EDUCAçãO
2.11.25) O TRABALHO DO PROFESSOR MEDIADOR ESCOLAR E COMUNITÁRIO: ANÁLISE A PARTIR DA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
2.11.26) OLHANDO AO REDOR: O ENSINO DE ARTE NAS ESCOLAS ADJACENTES Á FURG EM DIÁLOGO COM PRECEITOS DA EDUCAÇÃO POPULAR.
2.11.27) PARADOXOS APARENTES SOBRE A DOCêNCIA: DISCURSOS EM TORNO DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
2.11.28) PLANEJAMENTO COMO ELEMENTO NORTEADOR DO REFLETIR E FAZER DOCENTE
2.11.29) PLANO DE CARREIRA DO MAGISTÉRIO DE SUZANO: ANÁLISE DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 190/2010
2.11.30) PRÁTICA DOCENTE EM CIÊNCIAS E A PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: O QUE DIZEM AS PESQUISAS?
2.11.31) PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE: O DESINTERESSE PELA PROFISSÃO
2.11.32) PROFISSÃO DOCENTE: A PROFISSIONALIZAçãO DOS PROFESSORES, DA APARêNCIA A ESSêNCIA.
2.11.33) SOCIEDADE CONVERGENTE E EDUCAÇÃO: UMA DISCUSSÃO TEÓRICA
2.11.34) SUBJETIVAÇÃO DOCENTE E PRÁTICA PEDAGÓGICA: AGENCIAMENTOS
2.11.35) SUPERVISÃO ESCOLAR: MEDIDAS PEDAGÓGICAS E POLÍTICAS PARA COMBATER O BULLYING GENDRADO
2.11.36) UMA ANÁLISE DO DISCURSO DO PROFESSOR DO ENSINO MÉDIO QUE LECIONA ASTRONOMIA EM RELAÇÃO AO DISCURSO OFICIAL
2.11.37) UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO COM DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E REFLEXÕES SOCIAIS: UM RELATO SOBRE A CONSTRUÇÃO DA OFICINA: "A CAMINHADA DO PRIVILÉGIO"

TOTAL: 1074 trabalhos (421 em Comunicação Científica e 653 em Pesquisa em Andamento).


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