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A CASA-GRANDE E A ELITE-NEGRA NA INSTRUÇÃO PÚBLICA PAULISTA (1889-1930)
Autor Principal: José Veloso dos Santos        Co-autores: Ana Clara Bortoleto Nery
Resumo: O artigo visa apresentar a presença do negro na casa-grande, nos sobrados, e como aluno na instrução Pública - chegando até a Escola Normal da capital de São Paulo no final do século XIX. A contextualização da condição de enfrentamento vivido pela elite negra tem como protagonista a normalista Virginia Leone Bicudo. Ao detectar o objeto de estudo foi feito recorte temporal, mapeamento de literatura já produzida, ordenamento e revisão das referências bibliográficas acerca do tema no contexto histórico da educação brasileira. A análise feita está apoiada nas premissas da História Cultural, tendo o aporte teórico de Roger Chartier, Michael de Certau, Pierre Bourdieu, Carlo Ginzburg e Marta Carvalho, todos dialogando em torno de práticas, agentes, representações e apropriações, propondo uma nova compreensão do contexto escolar paulista no final do século XIX e início do século XX. Foi apurado que a casa-grande foi o lócus de poder do fazendeiro, o ator social de primeira grandeza por toda a Primeira República em terras paulistas. Nesse contexto a elite negra entendia que o processo educacional iniciado com as práticas, apropriações e representações na casa grande precisava culminar com a formação escolar e esse seria o modo pelo qual conseguiriam espaço e ascensão na sociedade de classes advinda com a abolição. Virginia Bicudo é um exemplo limite dessa trajetória.,
Palavras-chave: casa-grande. elite negra. instrução pública.
Modalidade: Pesquisa em Andamento Eixo: Eixo 9 - Educação, Interculturalidade e Movimentos Sociais

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